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Saudações da Luz,

Olho em volta e caminho pelas ruas da cidade, converso com amigos e amigas, ouço o que dizem, compreendo como e porque falam e que falam com o coração, assim como pensam e acreditam naquilo que sentem como verdade.

O que ocorre hoje na sociedade brasileira é um conflito de crenças e valores.

Cada um tem uma opinião, ideologia e toma um partido. É parte do aprendizado humano. 
Certo ou errado não importa, desde que este conflito permaneça no campo das idéias. 

A individualidade deve ser respeitada, pois cada um tem o direito de expressar o que pensa ou sente, mas sem esquecer que o outro indivíduo também tem o direito de manifestar a sua crença, consciente de que nesta interação há a obrigação do respeito mútuo.

Dialogar é diferente de debater. Respeito é uma condição humana. Conviver pacificamente é a atitude de cidadania.

O que está sendo perceptível e visível na situação atual da nação brasileira são os conflitos de valores.

Da mesma forma uma entidade humana é reconhecida por seus valores pessoais, familiares, sociais e profissionais. A conduta humana dentro da sociedade reflete muito destes valores positivos e/ou negativos. Desde a infância a criança é induzida a competir. A preparação para cada fase do crescimento é antecedida pela educação familiar e depois escolar. Estas são as bases para a formação do futuro cidadão de uma nação.

Uma nação se sustenta nas crenças e valores do seu povo. Sejam eles espirituais e/ou materiais.

Nos tempos remotos da civilização humana, mais precisamente na Atlântida nos tempos áureos, cuja espiritualidade alcançou um estágio bem mais avançado do que a atual civilização, as crianças eram veneradas e preparadas para o serviço ao mundo. Naquela era remota já se tinha o conhecimento do que hoje é difundido em nosso planeta: a existência da espiritualidade interior e a relação corpo/alma/consciência.

Por isso, na Atlântida a primeira infância (até a idade de 7 anos) era reservada para proteger o desenvolvimento do cérebro físico como receptor de uma consciência mental. 

Neste caso, evitava-se a sobrecarga no campo mental enquanto o cérebro estava em final de formação. A educação infantil baseava-se no desenvolvimento do campo físico-emotivo (ação/reação) e tinha como foco o desenvolvimento de sua percepção.

Viver o belo através da contemplação da natureza, de sentir a beleza do gesto e da atitude consigo mesmo e com as outras crianças e, praticar através das artes, da música e da dança a forma de se expressar o sentimento da alma. Havia o processo cognitivo entre a consciência física e a sua essência divina. O desenvolvimento corporal complementava a grade “pedagógica”. Isto ocorria pelo conhecimento de que apenas aos 7 anos, o cérebro físico estava pronto para receber a consciência espiritual da criança encarnada.

Dos oito até a idade aproximada dos 14 anos existia um processo puramente emocional a ser desenvolvido e aprimorado. Nesta etapa havia os exercícios de aptidões individuais, as análises de tendências (crenças e valores) e o encaminhamento para as linhas futuras de serviço à comunidade, à nação e ao mundo. Neste caso, havia o encaminhamento de cada criança de acordo com sua potencialidade e essas crianças eram direcionadas às escolas de cada Raio de Manifestação.

A educação na época atlante era da responsabilidade dos Templos Sagrados. Havia sete Templos Sagrados e cada um tinha uma função e uma especialidade. Todas tinham a finalidade de formar bons cidadãos. Por milhares de anos prevaleceu esta modalidade que foi uma das mais belas criações humana na Terra que proporcionou um salto no processo evolutivo da humanidade.

Da fase da adolescência para a juventude ocorria a decisão individual por qual caminho se desejava seguir na vida. Feita a escolha e aprovado pelo(a) mentor(a) instrutor(a), a criança adolescente se dirigia para a nova escola onde se prepararia para as futuras funções e serviços. Havia o acesso aos registros akáshicos nesta etapa para a confirmação do caminho que cada criança deveria percorrer naquela encarnação.

Depois de concluir a formação no Templo Sagrado, o jovem estava pronto para exercer a cidadania e apto para cumprir seus deveres e obrigações diante da sociedade. Cada indivíduo carregava como sua assinatura pessoal, a sua ascendência (linhagem familiar) e sua missão de vida (profissão). Honrar seus mestres, instrutores e os Templos (escolas) era seguir no compromisso da ética, dignidade e lealdade. Esses valores aumentavam a cada geração, pelos serviços prestados à sociedade, cuja herança era passada de pai para filho.

Os laços familiares eram sagrados.


PARA MAIORES DE 50 ANOS, OS FATOS

O que tem ocorrido no Brasil e que ocasionou este imenso abismo que separa toda a sociedade se relaciona à quebra dos vínculos familiares e no desvio da educação, onde os valores humanos foram desviados por interesses políticos partidários, por uma disputa de poder sustentado em ideologias que não condizem com a tradição e a crença nacional.

E o mais grave de tudo é que toda esta trama maligna não tem o seu nascedouro em solo brasileiro. Trata-se de uma atuação externa que viola a soberania de um povo e busca na divisão da sociedade humana, conquistar o poder de governar este país a partir das diretrizes de uma ordem internacional e comunista. Por isso, o mentor de toda essa confusão e conflitos generalizados teve como inspiração um país do Caribe, de onde  se emanou todos os planos de ocupação da sociedade brasileira já nas décadas de 60 e 70, com a invasão dos lares (via TV) e a doutrinação nas escolas e universidades.

Há que entender todo o mecanismo desencadeado na Guerra Fria (1945/1989) teve a sua origem na Revolução Bolchevique na Rússia em 1917, quando a família imperial russa foi executada por guerrilheiros comunistas. Lembrando que o destino do Império Russo junto à humanidade tinha um propósito divino que foi abortado após este golpe sangrento que deixou um rastro de 20 milhões de russos executados pelos comunistas.


A Família  Imperial Russa foi canonizada em Agosto de 2000 pela Igreja Ortodoxa como "Portadores da Paixão",
pessoas que enfrentam a morte com resignação, de uma forma semelhante à de Cristo,
distinto de mártires, que são mortos explicitamente por sua fé. Foto: Reprodução.


Para não dizer apenas dos Avatares que estavam encarnados na época, foram executados líderes, pensadores, expoentes da nova civilização terrestre, crianças especiais, militares, camponeses e trabalhadores que vieram àquela encarnação para construir um dos alicerces do Plano Divino do Pai Micah. Não foi apenas um Império que desabou na época e sim a promessa de uma nova civilização humana na Terra.

Por isso o Império Russo foi destruído. Havia um Plano Divino para aquela nação e para aquele povo. Uma das vítimas que foi executada pelos revolucionários comunistas, era uma das filhas do Czar Nicolau II que numa vida anterior foi a Imperatriz Maria Leopoldina do Brasil e que havia reencarnado na Rússia.

A expansão da revolução comunista no mundo atingiu o Brasil quando o PCB (Partido Comunista Brasileiro) fundado em 1922 começou a atuar aqui e em 1935 promoveu o início de uma rebelião militar conhecida como Intentona Comunista de 1935. Na verdade o movimento comunista entrou no país na mesma época da Revolução Russa em 1917, através de imigrantes espanhóis e italianos que viviam nas grandes cidades brasileiras.

A segunda tentativa para a tomada de poder ocorreu em 1964 e novamente uma Intervenção Militar evitou o golpe de estado que seria promovido pelo próprio Presidente eleito na época e que pretendia implantar o regime comunista em nosso país. E quem viveu esta época conhece a história verdadeira, pois vivenciaram e foram testemunhas dos acontecimentos que geraram o regime militar.


Brasil - Uma sociedade pacífica e próspera


O mais importante a se recordar é que nas décadas de 60 e 70, apesar dos ataques terroristas realizados pelos guerrilheiros comunistas, a sociedade brasileira prosseguia o seu dia a dia de forma natural, deixando para o Governo Militar a responsabilidade de conter a onda comunista que agia com violência quase que diariamente em vários recantos do país.

Apenas nos locais onde estes eventos terroristas ocorriam, ficava visível a insegurança, o temor e a condenação da sociedade. No mais, o país seguia tranquilo com a sua rotina, com destaque para a segurança pública. Naquela époica se podia caminhar sem problemas já que a polícia (civil e militar) estava sempre fazendo rondas. Quem não tinha problemas com a polícia nada tinha a temer. As empresas cresciam, as cidades prosperavam e a interiorização do Brasil prosseguia depois da inauguração de Brasília. 

A palavra desemprego era um termo pouco mencionado, pois havia oportunidade para todos. A sensação que se tinha era de plena liberdade de ir e vir. Mesmo nos encontros nos barzinhos, podia se falar de tudo e até criticar o governo. Mas como tudo prosperava, os assuntos relacionavam-se à vida, à profissão, aos sonhos e as viagens de férias.

Os militares cumpriam a Constituição e um novo presidente era empossado ao término do mandato do anterior. Este processo era positivo porque em outras repúblicas latinas americanas notava-se a ditadura militar com apenas um mesmo personagem ocupando a presidência por longos anos. 

Em muitos destes países era comum a existência de apenas um partido político. Não era o caso do Brasil. Apenas na Era Vargas, um regime foi caracterizado por ditadura, pois Getúlio Vargas ocupou a Presidência do país por 15 anos depois de um golpe de estado (1930 a 1945) e foi no seu governo que estourou a Intentona Comunista de 1935.

Mas apesar das restrições e censuras ocorridas durante o regime militar, a eleição presidencial era realizada pelo Congresso Nacional, havia dois partidos políticos (Arena e MDB), os governadores eram eleitos pelas Assembleias Legislativas, os governadores elegiam os prefeitos de suas capitais com aprovação das Assembleias Legislativas de cada Estado e os prefeitos eram eleitos pelo voto direto. As eleições para o Senado e a Câmara dos Deputados eram pelo voto direto. As exceções se restringiam em cidades consideradas de segurança nacional, principalmente nas fronteiras com outros países.

Então durante o governo militar (1964 a 1985) era possível verificar que diante dos efeitos diretos da Guerra Fria que começou após o final da Segunda Guerra Mundial (1939/1945) houve consequências imediatas dentro da sociedade. 

Principalmente quando a Revolução Cubana de 1959 teve êxito e Fidel Castro manteve a ditadura por 49 anos atuando diretamente no movimento comunista na América Latina e no Brasil que em 1964 teve a Intervenção Militar para conter o golpe de estado da esquerda. 

Depois em 1980 o líder cubano se aliou ao Partido dos Trabalhadores (PT) criando em 1990 o Foro de São Paulo que planejava a tomada de poder em toda a América Latina e através do golpe de estado implantar o comunismo em todas essas nações.

O endurecimento do regime militar em 1968 ocorreu pelo fato da guerrilha comunista ter começado a guerra aberta contra o Governo Brasileiro através de atos de terrorismo, ondas de assassinatos e execuções, ataques contra quartéis militares, sequestros de personalidades diplomáticas, assaltos a bancos e posteriormente na década de 70 de sequestros de aviões comerciais. 

A maioria das ações de combates contra os guerrilheiros foram executadas com sucesso pelos soldados da Polícia Militar dos Estados. Na guerra urbana apenas as ações da PM e das Polícias Civis conseguiram conter a expansão comunista após a realização de confrontos e prisões.

As Forças Armadas participaram diretamente da Guerrilha do Araguaia no interior do Brasil, onde as milícias criadas pelo PC do B (Partido Comunista do Brasil) atuaram no período de 1967 a 1974. Esse grupo guerrilheiro era financiado por Cuba e pela China. Por isso, o período compreendido entre 1966 a 1974 foi uma guerra aberta contra o Comunismo Internacional, que envolveu além destes países, a própria URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). A maioria dos guerrilheiros que atuavam no Brasil foram treinados e armados por estes 3 países.

Mesmo nesta guerra interna causada pelos comunistas, o Brasil crescia e prosperava e foi na década de 70 que o “Milagre Econômico Brasileiro” ocorreu, em consonância com o “Milagre Japonês” e os “Tigres Asiáticos”. Foi a “era de prosperidade econômica” para todos estes países que surpreenderam o mundo durante a Guerra Fria. 

O crescimento econômico do Brasil foi afetado diretamente pelos efeitos da Guerra no Oriente Médio em 1973, causando um impacto direto em todas as economias mundiais quando a Opep iniciou o boicote contra os EUA e a Europa pois estes apoiaram Israel na Guerra contra os países árabes.

A América Latina, a Europa e até os EUA estavam em processo de mudanças internas que de uma forma ou de outra contribuíram para a estagnação da economia mundial. Além dos efeitos da Guerra do Oriente Médio (1973), ocorreu o Golpe de Estado no Chile (1973), a Revolução dos Cravos em Portugal (1974) que ocasionou a independência de todas as suas Colônias na África e no Timor-Leste (Oceania), a derrota norte americana no Vietnâ (1975), a Revolução Iraniana (1979), sendo que na crise no Oriente Médio houve dois choques do petróleo, causando ainda mais estragos na economia mundial.

Prosseguindo no processo de democratização da política do Brasil, o governo de Geisel iniciou a abertura política a partir de 1974 através de uma série de medidas e entre elas estavam o fim do AI-5, o fim da censura prévia, o restabelecimento do habeas corpus para crimes políticos, a atenuação da Lei de Segurança Nacional, a anistia política para os crimes políticos e extinção do bipartidarismo, possibilitando a criação de inúmeros partidos políticos em 1979. 

O caso do Pacote de Abril de 1977 teve como precedente a vitória maciça do MDB nas eleições de 1974 o que poderia colocar em risco o processo seguro da abertura política, sendo esta a questão mais polêmica na época do governo Geisel.

As consequências do processo de abertura política no Brasil ocasionou a devolução da Presidência para um candidato civil em 1985, a promulgação da nova Constituição em 1988 e as eleições diretas para a Presidência da República em 1989, encerrando-se assim o propósito estabelecido pelas Forças Armadas que havia derrotado o Comunismo depois de 21 anos de guerra contra os revolucionários e guerrilheiros.

Mas, a história sempre se repete...

Em 1990 foi criado oficialmente o Foro de São Paulo após a queda do Muro de Berlim. E hoje, estamos novamente à beira de um colapso nacional e possivelmente diante de uma guerra civil. O país está dividido e a sociedade que passou pela mesma situação em 1964, assiste atônita a volta do comunismo de uma forma assustadora, porque no meio desta revolução estão os jovens que desconhecem os verdadeiros fatos ocorridos no passado.

Enquanto a guerra se alastrava na década de 70 em todo o país contra os guerrilheiros, outro grupo se infiltrou nas escolas e universidades começando aí a subversão e a doutrinação comunista. O que hoje se vê por todo o país é o resultado desta estratégia que foi intensificada ao longo da década de 80 por um sindicalista e um líder cubano. Os jovens perderam o sentido da vida, do valor da cidadania e da arte de pensar com sabedoria.

Restam agora apenas aos cidadãos maiores de 50 anos que conhecem a história e a vivenciaram plenamente resgatar a Nação brasileira. Sabem da mentira e da censura da grande mídia que hoje é dominada e liderada por pessoas que no passado integraram as milícias comunistas. O regime militar os anistiou há 40 anos e hoje, buscam não somente a revanche mas também a dominação da sociedade brasileira no mesmo molde de mais de um século atrás, mesmo com o fim da URSS há mais de três décadas.

Por isto mencionei no último artigo que basta estudar como foi a Revolução Bolchevique de 1917 para poder entender profundamente o que está ocorrendo no Brasil em nível e grau de atuação pelos membros e militantes dos partidos de esquerda e qual será o resultado final desta aventura comunista que já gerou mais de 100 milhões de mortes de pessoas inocentes no mundo inteiro e a destruição da economia, cidadania, tradição e identidade nacional de muitos países como Angola, Venezuela, Cuba, Vietnã e de países do leste Europeu.

Compare as mazelas que o Brasil passa atualmente, a ruína das suas riquezas e o nível endêmico da corrupção com o balanço da dívida pública e da dívida externa que o regime militar entregou à Nação quando deixou o poder mesmo com as ocorrências da estagnação econômica mundial no final da década de 70 que levou muitos países à bancarrota na década perdida de 80. 

A recuperação mundial começou a ocorrer à partir da década de 90 ao contrário do que ocorreu com as contas públicas do Brasil após a instalação do regime democrático vigente.

O bom senso e a percepção das coisas que envolvem uma política de estado é bem diferente da política partidária. Neste ponto está a resposta do que foi o governo do regime militar e o governo de partidos da esquerda e seus aliados.

Deixo aqui um vídeo que trará à lembrança a memória da realidade que tentam esconder e  da grande mentira que venderam aos jovens da nossa Nação.




Pensem corações... ainda dá tempo para reverter o caos!

Eu pessoalmente vivi as décadas de 60, 70 e 80 e garanto que a sociedade brasileira vivenciou uma das fases mais tranquilas da nossa história nas décadas de 60 e 70 durante o regime militar.

Esperar que tudo no Brasil seja uniforme é viver num mundo de sonhos, pois a própria República começou com um Golpe de Estado na calada da noite em 1889 e já tivemos seis Repúblicas desde então, incluindo uma ditadura (Vargas) e um regime militar (Intervenção).

Não devemos esquecer que somos uma nação formada por povos imigrantes que atravessaram o Oceano Atlântico para encontrar o Paraíso na Terra e o Brasil se tornou este sonho realizado... 

Agora é preciso que o ideal verdadeiro seja o de consolidar a Pátria Amada no coração dos brasileiros.

A nossa Nação é "verde e amarelo, sem foice e martelo".

Paz, Brasil!
Shima.
Namastê.


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