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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

130 ANOS DEPOIS, PASSADO E PRESENTE SE UNEM NO RESGATE DA SOBERANIA NACIONAL - 09/01/2019

Imperador Dom Pedro II e o Presidente da República Jair Bolsonaro

1. Artigo atualizado em 12/01/2019 às 00:50h (GMT -2 BR) incluído dúvida recebida de leitora em meu perfil pessoal no Facebook.  2. Atualizado em 11/01/2019 às 02:47h (GMT -2 BR) com a inclusão do Vídeo "O Último Reinado" na Seção Vídeo Recomendado.


Saudações da Luz,

A data de 1º de Janeiro de 2019 ficará para sempre registrada na História do Brasil como o Resgate da Nação Brasileira de forma ímpar em relação a todos os eventos semelhantes em seu percurso como República marcada por inúmeros golpes de Estado e tentativas de tomada de Poder.

A Primeira República foi implantada através de um golpe de Estado. Na época a população brasileira só teve conhecimento dos fatos quando o Imperador Dom Pedro II já estava à caminho da Europa, exilado do nosso país. Desde então, o Estado brasileiro entrou num ciclo de golpes, conspirações e atentados, como uma espécie de maldição.

Nos 197 anos de história, o Brasil teve apenas dois Imperadores num período de 67 anos e 38 Presidentes da República em 130 anos. O atual Presidente é o 8º a ocupar o cargo na 6ª República que teve outras 5 anteriores também marcada pelo estigma das revoluções.

No artigo postado em 04/09/2018 “Independência do Brasil – O Resgate da Nação” publiquei a seguinte questão:

07 de Setembro de 1822. Lembra desta data?
07 de Setembro de 2018... O que está acontecendo hoje?


Na verdade, eu estava chamando a atenção para um fato inédito na nossa história como povo, nação e estado de direito, que estava sendo resgatado a nível nacional, onde havia uma série de fatores também transcendentais em movimento para restabelecer a Lei e a Ordem em nosso país.

Então nestas duas datas da nossa Independência ocorreu uma sincronicidade dentro do espaço tempo, onde uma fenda temporal foi aberta criando um ciclo repetitivo para a Nação brasileira ligando dois pontos históricos como se houvesse surgido a oportunidade de correção de rumo em seu destino pré-determinado que fora bruscamente alterado por um golpe de estado há 130 anos.

Outro ponto fundamental para analisar mais a fundo o evento foi o incêndio no Museu Nacional ocorrido no dia 02/09/2018 quase à véspera do dia da Independência que nos chamou a atenção. Sentimos que algo realmente “estranho” estava acontecendo e não era coincidência, porque foi neste Palácio em que a Imperatriz D. Leopoldina escreveu a carta a Dom Pedro I (que estava viajando para São Paulo) que definiu a Independência do Brasil.




atentado no dia 06/09/2018 contra a vida de um dos candidatos à Presidência da República acabou confirmando que havia uma conspiração em andamento e então, iniciamos junto com o CAD aquilo que chamamos de a Batalha da Independência do Brasil, porque a nossa soberania estava novamente em jogo diante dos interesses ideológicos estrangeiros e da interferência alienígena não confederada na Eleição Presidencial do Brasil.

A minha especialidade em consultar os Registros Akáshicos teve que ser acionada devido ao grau de similaridade com eventos passados e assim muitas revelações começaram a surgir ao longo desta pesquisa. O que parecia surreal foi se confirmando ao longo da campanha eleitoral e consistia numa situação relacionada à Lei do Retorno ocorrendo na forma de um processo inverso.

Depois consultando os registros históricos foi possível observar que pouco antes do golpe da República em 1889, o próprio Dom Pedro II havia sofrido um atentado contra sua vida (tinha sido quase baleado). Aqui neste ponto, os elos se ligaram. E foi então que as duas questões apresentadas naquele artigo e mencionadas acima se confirmaram, mas agora, sobre um novo cenário.

Isso porque no caso dos dois atentados (passado e atual) mesmo que os criminosos tenham sido presos, não foi possível comprovar as ligações dos acusados com os movimentos revolucionários.

Estava havendo um resgate também da condição em que o Brasil se encontrava como nação soberana e uma das potências que mais se desenvolvia na época diante do mundo. Esse legado de Dom Pedro II se perdeu nos sucessivos conflitos republicanos que seguia o mesmo caminho das repúblicas vizinhas da América espanhola, numa sucessão de golpes de estados.

O elo que ficou notável no dia da posse do atual Presidente da República foi o fato de se propor a resgatar o legado de prosperidade e soberania deixado por Dom Pedro II antes de ser exilado do Brasil. Os dois personagens históricos se fundem em suas missões de vida

Além do apoio popular ao atual mandatário do país, houve a movimentação das Forças Armadas para que o processo eleitoral ocorresse dentro da legalidade e no momento da posse, a passagem da Faixa Presidencial teve outro fato inusitado em relação ao passado quando observamos que o ex-Presidente Temer e o Marechal Deodoro da Fonseca permaneceram nos cargos por apenas 2 anos.

O primeiro Presidente da República Marechal Deodoro da Fonseca renunciou 12 dias antes da morte de Dom Pedro II e veio a falecer no ano seguinte. No caso do último Presidente da República, ele havia assumido o cargo após o Impeachment da antecessora.

É como um lapso no tempo de um período que foi interrompido e agora é unido de forma surpreendente com a votação democrática do povo brasileiro contra um novo golpe de estado e o retorno às suas essências como nação predestinada a ser a Luz do Mundo.

O povo brasileiro não teve a oportunidade de decidir o destino do Segundo Império, mas alcançou nesta Eleição de 2018 a maturidade para decidir o seu destino como Nação e a coragem de enfrentar com plena consciência o mal que havia se alastrado na sociedade desde a Primeira República. 

E na Lei do Retorno é preciso que os mesmos personagens envolvidos em eventos pregressos retornem à reencarnação para cumprir a missão não concluída, principalmente quando isso afeta de forma negativa toda uma sociedade ou uma nação.

A posse do novo Presidente da República marca um novo ciclo no Brasil como um divisor de águas, é a ponte que une o passado e a realidade do Brasil hoje.

E o Presidente que tomou posse no dia 1º de janeiro de 2019 foi o primeiro mandatário da República a receber da Marinha do Brasil a mais alta condecoração do Mérito Naval no grau Grã-Cruz, caracterizando mais uma vez outro fato sui generis, porque a missão de Dom Pedro II foi interrompida quando ele foi colocado dentro de uma embarcação do Arsenal da Marinha Imperial, o vapor Alagoas, ao ser exilado do país.


O vapor Alagoas marca o término do Império do Brasil levando Dom Pedro II e a família Imperial ao Exílio.


É importante lembrar que a Marinha foi a primeira Força Armada oficialmente constituída por D. João VI (avô de D. Pedro II). Assim a condecoração do Mérito Naval ao atual Presidente, além de sua máxima honraria possui relevante poder histórico.



A esperança que surge nas mentes e corações do povo brasileiro é uma promessa que cria os alicerces do amanhã, resgatando a nossa essência primordial como nação da Nova Era.

Como em toda jornada renovadora, os desafios são muitos, afinal foram 130 anos de desvio de rota que precisam ser ajustados e haverá necessidade de muito tempo para que a bússola seja colocada no lugar certo. 

Conter o "motim a bordo" é o maior obstáculo do capitão do navio, que deverá ter o pulso firme no comando da embarcação que já levantou âncora. 

Deverá demarcar o rumo correto na direção do horizonte, consciente de que as tormentas surgem durante a jornada, mas que no mar revolto, a coragem e a fé na Providência Divina são infalíveis.

O Sol desponta no horizonte e a viagem de quatro anos se inicia nas mãos de Dom Pedro II.

Com a Graça de Deus,
Paz,
Brasil!
Shima.
Namastê.

Pergunta recebida: 

Resposta: 
"Querida (leitora)... D. Pedro I realmente deixou um servo e amigo para ficar junto do filho, D. Pedro II, além de outros tutores. E este amigo está encarnado e caminha junto a D. Pedro II nesta reencarnação, inclusive esteve ao lado dele durante toda a campanha eleitoral.


No caso de uma missão espiritual junto a uma Nação, o mesmo personagem tem que cumprir em uma encarnação posterior o que não terminou, porque somente este personagem tem a bagagem espiritual para concluir tal missão iniciada por ele.
É como o caso de Nero, Imperador de Roma, que teve que reencarnar como Juscelino Kubitschek quando no passado queimou toda uma cidade e causou danos na vida dos habitantes que tiveram seus destinos alterados devido a este ato.
Então, durante a construção de Brasília, muitos habitantes daquela época reencarnaram na cidade. E assim ele cumpriu o carma adquirido, criando uma nova oportunidade para aqueles que havia desviado do caminho.
Na Lei da Reencarnação não há como outra pessoa cumprir uma missão ou uma penalidade que não seja o próprio autor.
A maioria dos personagens do Primeiro e Segundo Impérios estão reencarnados nesta vida atual e vivendo no Brasil e Portugal.

Em luz e amor,
Shima.
Namastê".

Vídeo recomendado: "O Último Reinado".




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