RELAÇÃO DA LINHAGEM CRÍSTICA COM A MONARQUIA - 11/09/2019 - Caminhando com o Mestre

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

RELAÇÃO DA LINHAGEM CRÍSTICA COM A MONARQUIA - 11/09/2019



Muito se fala sobre o retorno da Monarquia no Brasil.

Conforme publiquei no artigo "Rumo à Nova Era", o Regime Monárquico segue os princípios da Linhagem Crística no Universo e é a base de sustentação dos Governos Planetários, que pertencem à Linhagem dos Governantes que tem sua semente gerada nos Conselhos Criacionais. A Hierarquia então é hereditária.

Na Terra como em vários planetas existe a formação de famílias que seguem o mesmo modelo desta Linhagem Crística, que ao longo da civilização humana terrestre foi representada através dos Clãs reunidos em tribos. As gerações subsequentes herdam o nome e a egrégora familiar de sua tribo e dão prosseguimento na linhagem do Clã.

Sobre a formação de um Clã, relatei no artigo “O Relato de um Chonan no Brasil” publicado em 07/09/2019 no site Kyuukei Magazine  e complementa o artigo “Rumo à Nova Era”. Trata-se de um conhecimento passado de pai para filho e de geração para geração, onde o primogênito recebe a incumbência de manter a Linhagem familiar e a sua tradição.

Um fato interessante que ocorre dentro desta tradição é a reencarnação de antepassados dentro da Linhagem para manter a egrégora energética que sustenta o núcleo familiar. É comum dentro da missão do Clã a descida do avô numa encarnação, renascendo como seu próprio neto. Isso ocorre em razão de uma necessidade ou do realinhamento familiar que possa estar acontecendo. Por isso, os herdeiros do Trono (Monarquia) são sempre os descendentes espirituais diretos dos seus antepassados.

Essa é a verdade por trás da Linhagem Monárquica que é conduzida pelo plano espiritual e por antepassados que se interligam desde o seu início na própria origem. Nessa estrutura, a formação e a educação são rígidas e direcionadas aos deveres e obrigações do herdeiro, mantendo-se assim a tradição familiar, hierárquica e monárquica do Clã. Os erros graves de uma geração são realinhados na geração seguinte e assim é possível observar os atos de um determinado governante que diverge profundamente do seu antecessor.

Se ocorrerem erros numa Linhagem durante o seu governo há um processo de correção com o nascimento de um herdeiro que vem para promover esse alinhamento e correção por bem ou por mal. No caso de uma Nação sofrer devido ao mau governo de uma Linhagem, ela será substituída por outra de acordo com as decisões tomadas dentro de um Conselho formado por Anciões desta Linhagem. Essa mudança de Linhagem costuma ser dolorosa em função do nível de apego, então guerras e conflitos acontecem.

O Regime Monárquico e a formação de uma Nação andam juntos, pois o povo que vai ocupar um determinado território é selecionado pela Hierarquia Espiritual durante um longo período que muitas vezes é de cerca de mil anos, antes de se iniciar o processo migratório para uma determinada região. 

O Regente que vai governar este povo é normalmente os pais que geraram os primeiros filhos que dão início à formação da tribo principal. Durante a expansão, o primogênito sucede o pai quando este desencarna e assume o reinado. No plano físico é assim que ocorre a transmissão de um poder na linha sucessória. Do plano espiritual essa linhagem é mantida e somente é permitida a descida do primogênito ‘a partir da escolha feita pelos Anciões do Clã.

Por isso em muitas sociedades existe o rigor com a manutenção do nome da família e da sua tradição. Quebrar esta linhagem ou desonrar a família acarreta uma punição grave por parte dos antepassados, sendo excluído no plano espiritual da linhagem a qual pertence. No caso da união de muitas famílias monárquicas com o casamento, isso simboliza a unificação de várias linhagens e a egrégora familiar é potencializada pela junção de vários Clãs através dos seus antepassados que se reúnem também no plano espiritual.

Dentro da sociedade humana esse processo hierárquico é um modelo de formação de núcleos familiares onde o Regime Monárquico existe e prospera. No caso, uma família forma seu próprio Clã e segue a sua tradição conforme é o modelo monárquico, sendo o primogênito da família, o sucessor direto do Cabeça do Clã. No caso da tradição oriental, o desrespeito ao Chonan desencadeia a inversão de valores, costumes e rompe com a tradição. Assim os ancestrais iniciam o processo que encerra a linhagem impondo o fim do Clã.

Como os Clãs tem sua egrégora, possui também seus guardiões. Com o fim da linhagem os descendentes passam a integrar a corrente evolutiva da humanidade no seu processo normal e perdem o vínculo que gera a proteção da egrégora ficando à mercê da Roda de Samsara, podendo renascer em outras tribos ou povos.

A família monárquica do Brasil Império conserva até hoje a tradição familiar e hierárquica e somente os membros desta linhagem renascem nesta família imperial Orléans e Bragança. A missão desta linhagem não findou com o exílio da Família Imperial depois da Proclamação da República em razão de haver ainda um Plano Divino para o Brasil. Caberá a um dos seus descendentes resgatar essa missão e para isso, um deles reencarnou fora da família para promover este resgate e realinhar o destino espiritual da Nação brasileira.

Se tiver sucesso, o retorno do regime monárquico ocorrerá de forma natural, pois este é o regime original desta Nação e deste povo. A maioria dos habitantes que viveram nos dois Impérios renasceu nesta época atual e estão ajudando o resgate nacional. Por isso, há uma empatia imensa e uma egrégora poderosa em torno do atual Presidente da República, ele carrega a marca daquele que foi obrigado a se exilar do país durante a noite para que não ocorresse uma manifestação popular.

Então, dentro da Lei do Retorno acontece o realinhamento no tempo/espaço com os mesmos personagens e as mesmas situações antagônicas. O que acontece com os movimentos a favor do Presidente Jair Bolsonaro nada mais é do que o ajuste cármico da Nação que não teve a oportunidade de se manifestar na época e agora o faz de forma consciente ou inconsciente resgatando o passado no presente, no Agora. Caberá então à Nação decidir se continua no Destino planejado para o Brasil pela Hierarquia Espiritual ou segue a linha Republicana que derrubou a Monarquia com um golpe de Estado em 1889.

Esta é a Guerra dos bastidores ocultos da Independência do Brasil que ainda não terminou.

Paz, Brasil!
Shima.


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