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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

OPERAÇÃO BRASIL – COMUNISMO, A GUERRA DE PODER – 09/09/2021

  


 

Saudações da Luz,

 

Hoje, dia 09/09/2021, inicia-se o período denominado de “After Day” após a Mobilização Nacional do dia 07 de Setembro de 2021 em todo o país, quando o Povo Brasileiro deu o seu Grito de Liberdade. Este Ato consagra a terceira etapa de um processo em curso na história do Brasil desencadeada pela reação da sociedade brasileira contra as arbitrariedades de Ministros da Suprema Corte e da perseguição aos Conservadores e os casos de prisões de cidadãos que expressaram suas opiniões e são mantidos em cárceres privados sem os devidos processos legais conforme as prerrogativas elencadas na Constituição.

 

O que o Brasil está assistindo desde a noite de ontem, são manifestações explícitas oriundas dos Poderes Legislativo e do Judiciário contrárias às Manifestações do 07 de Setembro, revelando de forma absurda a negação do clamor público nacional e nesta atitude fica caracterizado que os dois Poderes da República viraram as costas para os anseios e reclamações da sociedade brasileira, ignorando abertamente e em público a vontade de toda uma Nação.

 

A existência de presos políticos dentro de uma sociedade democrática caracteriza que há uma ditadura paralela dentro do Estado Brasileiro. Somente este fato já demonstra que há algo errado e perigoso dentro do Estado de Direito Democrático, violando os Direitos Fundamentais do Cidadão contidos no Artigo 5º da Constituição Federal. Então, de onde estão sendo ditados estes atos “antidemocráticos” e “inconstitucionais” contra a Sociedade Brasileira?

 

Primeiro é preciso entender o alicerce que criou e sustenta a Constituição Federal do Brasil, onde no Artigo 1º em seu Parágrafo Único determina: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”

 

Os representantes aqui são eleitos através de votos nas Eleições em três esferas da União: o Federal, o Estadual e o Municipal, além do Distrito Federal. Essas eleições são para os cargos Executivo e Legislativo. Portanto, o Presidente da República, os Governadores Estaduais e os Prefeitos Municipais são escolhidos através destas eleições para exercerem suas funções no Poder Executivo.

 

No Poder Legislativo é onde ocorre a elaboração dos projetos de Lei e a representação é feita através da eleição dos Senadores da República que representam os interesses dos seus Estados no Congresso Nacional, atuando no Senado Federal nas questões estaduais e federativa da União. O Presidente do Senado é também o Presidente do Congresso Nacional.

 

Já os Deputados Federais eleitos representam todos os eleitores dos seus Estados e da população em cada cidade na Câmara dos Deputados, por isso é denominado de a “Casa do Povo”, sendo o Presidente da Câmara dos Deputados, o terceiro candidato na linha sucessória da Presidência da República depois do Vice-Presidente da República, em caso de ausência ou vacância no Poder Executivo Federal.

 

A nível Estadual e Municipal, cada Unidade da Federação tem sua própria Constituição Estadual e Lei Orgânica Municipal em função do Estado Brasileiro ser constituído por Federações Estaduais e ter seu governo independente em relação ao Governo Federal. Da mesma forma isso ocorre nos governos municipais em relação ao governo estadual. A Carta Magna mantém a Unidade Nacional. Por isso, as eleições de Governadores, Prefeitos, Deputados Estaduais e Vereadores são de extrema importância na base da política nacional.

 

No segundo princípio, “diretamente”, está determinado a ação deste Poder através de manifestações, mobilizações e atos cívicos populares que representam a vontade do povo brasileiro com o mesmo significado de um plebiscito nacional. As pautas divulgadas em cada Mobilização Nacional ou Regional é direcionada aos seus representantes legítimos nos Poderes Executivos ou Legislativos para serem cumpridas de acordo com a Lei e a Constituição. Somente o Povo pode legitimar ou não, as ações do Congresso Nacional e do Governo Federal.

 

O Terceiro Poder da República, o Judiciário, não representa o Povo Brasileiro e tem a função determinada na Constituição de serem os Guardiões da Carta Magna e exercerem seus cargos de Ministros e Magistrados na manutenção das Leis e da Ordem Jurídica do Estado Brasileiro com o cumprimento fiel da própria Constituição Federal. Neste caso, os membros Poder Judiciário não são eleitos por voto popular, mas ocupam seus cargos por outros instrumentos legais e constitucionais, ou por indicação ou por concurso público, sendo por isso, cargos vitalícios e na condição de Servidores Públicos Federais.

 

Na estrutura do Estado Brasileiro, o Poder Executivo Federal é exercido pelo Presidente da República, eleito por voto direto a nível nacional, sendo o mais alto posto da República por representar a vontade de toda a Nação. O Presidente da República eleito acumula os cargos de Chefe de Governo e Chefe de Estado, além de Comandante Supremo das Forças Armadas do Brasil. Por isso há muita confusão na mente da população sobre estas funções específicas exercidas pelo Presidente Jair Bolsonaro.

 

O Poder Executivo determina ao Presidente da República o exercício de executar um Plano de Governo para toda a Nação, sendo assim, o Chefe do Governo realiza sua Administração através dos seus Ministros de Estado que executam as ações do Governo Federal. Cabe ao Chefe do Governo Federal manter a Unidade da Federação com os Estados.

 

Como Chefe de Estado, o Presidente da República representa o Estado Brasileiro diante de outras Nações e as relações internacionais são executadas pelo Ministro das Relações Exteriores do seu Governo, envolvendo a área econômica, política, financeira, militar e de intercâmbios. Como Chefe de Estado, o Presidente da República é o único representante legal a firmar acordos internacionais em qualquer nível de interesse do Estado e da União.

 

No cargo de Comandante Supremo das Forças Armadas do Brasil, o Presidente da República exerce sua função específica na defesa e soberania do Estado e da União, incluindo nesta função, a estabilidade da democracia, das liberdades individuais, da lei e da ordem constitucional, da segurança interna e externa da Nação e da defesa da Pátria contra ações externas que violam a soberania e a independência do Brasil.

 

Portanto, ficou determinado na Grande Mobilização Nacional do Dia 07 de Setembro, o Manifesto do Povo Brasileiro pela Liberdade, onde foi decretado pelo Povo o fim das arbitrariedades do Poder Judiciário e a condenação da violação da Constituição Federal perpetrada pelos Poderes Legislativo e Judiciário do Estado Brasileiro, sendo delegado ao Presidente da República Jair Bolsonaro, a autorização para o Poder Executivo de promover o resgate e o cumprimento dos Direitos Fundamentais contidos no Artigo 5º da Constituição Federal.

 

 

Comunismo no Brasil, o Poder Paralelo

 

O Foro de São Paulo foi oculto da sociedade brasileira por longos anos desde a sua criação em 1990 pelo Partido dos Trabalhadores (PT) formando uma frente com a ditadura cubana para a tomada de Poder no Brasil. O mesmo ocorreu com o regime Comunista que tem sido camuflado e também negado diante do povo brasileiro.

 

O que se propaga são afirmações de que o Comunismo não existe mais desde a queda do Muro de Berlim, o que beira ao ridículo e à insensatez diante das manifestações da militância da esquerda no país e também dos partidos de doutrina marxista e maoísta, todos de cunho comunista. Basta ver as imagens da foice e do martelo e a bandeira vermelha. Isso soa como cortina de fumaça.

 

O povo brasileiro tomou consciência já no primeiro mandato do governo petista (2002/2006) do mal que havia se instalado no Palácio do Planalto e as reações populares foram contidas pelo próprio aparelhamento do Governo Federal que se consumava rapidamente dentro de toda a estrutura do Estado. O primeiro sinal de alerta foi a instituição do Estatuto do Desarmamento em 2003 para conter qualquer reação popular contra a tomada de poder pelos comunistas no país. Isto foi fato.

 

Para barrar as manifestações contra o governo petista foi implantada a organização de mobilizações em massa da militância de esquerda com uso de verbas públicas, movimentando todas as camadas sociais que foram fragmentadas para não se oporem ao projeto de ocupação das ruas nas cidades e nas zonas rurais pelo governo. As palavras de ordem foram criadas para implantar o medo, o pânico e o temor na sociedade brasileira formada por famílias cristãs e conservadoras. A violência e o vandalismo foram ações contundentes que paralisaram as reações do povo brasileiro. O jargão “dividir para conquistar” teve um efeito devastador na sociedade brasileira.

 

Nesta primeira fase do governo petista conseguiu-se desarmar a população e colocar sua militância e o seu exército nas ruas, nas áreas rurais e tomando de assalto as esferas estaduais e municipais do Estado Brasileiro. Os pelotões de choque petista fizeram imensos estragos nas eleições em todas as Unidades da Federação, afastando os eleitores conservadores que desistiram de votar nas eleições municipais, estaduais e federais. O medo e a revolta marcou todas as eleições seguintes e a meta de dividir a sociedade se consumou com a ausência dos eleitores conservadores que poderiam decidir as eleições em seus Estados.

 

As eleições municipais de 2004, 2008 e 2012 foram vitoriosas para o governo petista e estabeleceram as bases de sustentação do PT em todo o território nacional, fortalecendo a disseminação da doutrina comunista nas escolas municipais e nos sindicatos de trabalhadores e de movimentos sociais. A nível estadual criaram regionais com forte predominância nas Regiões Norte, Nordeste e Sul do país. As Regiões Sudeste e Centro-Oeste mantiveram a forte predominância de conservadores no país.

 

A reação dos conservadores começou a ter força já nas eleições municipais de 2016, quando o PT começou a ruir em todo o Brasil com as mobilizações que tomavam vulto e uma dimensão assustadora por todo o território nacional. O Impeachment da ex-Presidente Dilma foi o resultado destas manifestações. O PT começou a perder espaços no Congresso Nacional já nas eleições de 2014 tanto na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, mas o aparelhamento do Estado já estava consumado nos 3 Poderes da República e tinham o quinto mandato do PT no Governo Federal como algo garantido.

 

A prisão do ex-Presidente Lula e a eleição do candidato Jair Bolsonaro em 2018, interrompeu bruscamente a agenda de tomada de Poder no Brasil através das eleições democráticas, mas nesta altura, a perda de um dos Poderes da República seria apenas uma questão de tempo, já que o Poder seria de fato executado pelos outros dois Poderes, o Legislativo e o Judiciário, mantendo dessa forma a hegemonia da ditatura comunista sendo implantada em todo o país.

 

E isso foi um fato comprovado durante os primeiros dois anos de mandato dos Presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados que numa atuação conjunta com a Presidência do Poder Judiciário exerceram um Poder paralelo contra o próprio Governo Federal desde que o Presidente Jair Bolsonaro tomou posse em janeiro de 2019. As Presidências das 3 Instituições do Estado atuavam abertamente para impedir as ações do Presidente da República eleito em 2018, caracterizando visivelmente a violação e o desrespeito ao Artigo 2º da Constituição Federal.

 

“Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.”

 

 

As eleições municipais de 2020 revelaram a dimensão da transformação que vinha ocorrendo na política brasileira com o crescimento vertiginoso dos conservadores com os partidos de doutrina comunista perdendo espaços em todos os redutos eleitorais, levando estes partidos a serem minorias em vários Estados e no Congresso Nacional, tendo que apelar para o Poder Judiciário para intervir no Congresso Nacional em favor destes. Perde-se no campo de jogo, mas ganha-se no Tapetão.

 

O Poder Executivo enfrentou várias frentes de batalhas ao longo do primeiro ano de Governo, com destaque nas relações internacionais. Sobreviveu às ondas de ataques por parte dos dois Poderes da República, sendo a mais contundente, vinda do Poder Judiciário, quando em 10 de maio de 2019, a Ministra Rosa Weber deu cinco dias para o Presidente Jair Bolsonaro explicar o decreto que facilitou o porte de armas, iniciando uma série de ações e manifestações do Poder Judiciário nas ações do Poder Executivo, dando início às interferências de um Poder sobre a jurisdição constitucional de outro Poder da República.

 

Entre tantas manifestações contra o Presidente da República, o Poder Judiciário teve destaque em suas intervenções diretas no Poder Executivo após a publicação da Lei Nº 13.979 de 06/02/2020 que dispunha sobre as medidas para o enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019.

 

Então em 24 de março de 2020, o Ministro Marco Aurélio autorizou as medidas restritivas dos estados para combater a Covid-19. A medida retirou forças do Executivo Federal, visto que, a partir desse momento, os Estados e os Municípios podiam decretar lockdown, contrariando a legislação e as normas da União e tendo força superior às dela.

 

Outro fator de grande relevância já no mês seguinte, ocorreu em 19 de abril de 2020, quando o Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu suspender o decreto de nomeação e a posse do Delegado Alexandre Ramagem como novo Diretor-geral da Polícia Federal (PF), interferindo diretamente nas prerrogativas do Presidente da República. Esta nomeação poderia ajudar na solução do caso do atentado do então candidato Jair Bolsonaro ocorrido em 06/09/2018.

 

Além das questões de vetos no Congresso Nacional contra os Decretos Leis da Presidência da República e praticamente a cada semana surgindo uma manifestação contra as ações do Presidente da República por parte do Poder Judiciário, havia a intervenção e ingerência nos assuntos internos do Estado Brasileiro por parte da Embaixada da China com ameaças diretas contra o Presidente Jair Bolsonaro e pressão no Congresso Nacional contra o Governo Federal do Brasil, violando a ética e tradição diplomática internacional.

 

A queda do Ministro da Educação Abraham Weintraub em 19/06/2020, foi em função de um atrito criado pelo Poder Judiciário que divulgou para o público um vídeo de uma reunião ministerial de conteúdo interno da Presidência da República que culminou posteriormente num conflito entre o Ministro da Educação e o Partido Comunista Chinês, ocasionando a sua demissão do Governo.

 

Outros dois Ministros deixariam o Governo do Presidente Jair Bolsonaro em razão desta influência do Embaixador da China com forte influência no Governo do Estado de São Paulo e no Congresso Nacional. Estes fatos constrangedores causaram as baixas nas fileiras do Poder Executivo com a saída do Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo em 29/03/2021 que em várias circunstâncias teve que conter as agressões do Embaixador Chinês, que usou da sua influência no Senado Federal para promover queda do Ministro das Relações Exteriores do Brasil.

 

Na sequência foi o caso do Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles ocorrido em 23/06/2021, que também envolveu o mesmo Embaixador chinês, já que o Projeto do Agronegócio do Governo do Presidente Jair Bolsonaro não estava de acordo com as negociações iniciadas anteriormente com o governo petista. A mudança nas diretrizes do Ministro Ricardo Salles contrariou o PCCh. E já é notória a capacidade da metodologia comunista de “assassinar” reputações de personalidades públicas, principalmente quando este mesmo partido comunista do Oriente financia a velha imprensa no Brasil que teve perdas financeiras graves com o corte das verbas federais do Governo do Presidente Jair Bolsonaro.


Mais de meio milhão de vidas brasileiras foram ceifadas nesta guerra insana pelo Poder em todo o território nacional, mais quantas baixas teremos com esta peste chinesa que foi uma arma biológica usada contra a Nação?

 

Como se não bastasse a série de ações do Poder Judiciário contra o Poder Executivo, o caso sobre a Pandemia foi um ato de afronta após o Ministro Barroso, em 8 de abril de 2020, mandar instaurar a CPI da Covid no Senado com a intenção de investigar as ações do Executivo durante a crise da Covid-19, lembrando que foi o mesmo Poder Judiciário que vetou as ações do Governo Federal durante a Pandemia. Este fato, ocasionou dias antes a saída do Ministro Eduardo Pazuello do Ministério da Saúde com o caso ocorrido em Manaus, AM, oriundo da má gestão do Governador do Estado do Amazonas.

 

 

O Inquérito das Fake News do STF

 

Foram mais de 123 ações e manifestações contrárias ao Presidente da República Jair Bolsonaro promovidas pelo Poder Judiciário, caracterizando abertamente o ativismo político partidário do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Governo Federal. Um dos fatores que desencadeou a Grande Manifestação contra Ministros do STF, ocorreu em 4 de agosto de 2021, quando o Presidente Jair Bolsonaro foi incluído no Inquérito das Fake News. Alexandre de Moraes atendeu o pedido de ministros do TSE. O caso se relaciona à mudança nas urnas eletrônicas com o acréscimo de melhoria da inclusão do voto impresso, que já tinha sido aprovado em 2015 pelo Congresso Nacional, mas que foi vetado pelo STF em 2018, poucos meses antes das eleições de outubro de 2018.

 

Este ato do STF ocorreu já no início do Mandato do Presidente Jair Bolsonaro, em 14 de março de 2019, quando o Ministro Dias Toffoli abriu o Inquérito das Fake News e o deixou a cargo do Ministro Alexandre de Moraes. A Procuradora Geral da União Raquel Dodge em 16 de abril de 2019, determina o arquivamento deste Inquérito das Fake News em descumprimento da própria Lei Processual Penal.

 

Ministério Público Federal

Procuradoria-Geral da República

 

Nº 509/2019 - LJ/PGR

Único nº 107339/2019

INQUÉRITO Nº 4.781

RELATOR: Ministro Alexandre de Moraes

 

Excelentíssimo Senhor Ministro Alexandre de Moraes,

 

A Procuradora-Geral da República, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, com fundamento nos princípios do devido processo legal e do sistema penal acusatório estabelecidos pela Constituição de 1988, vem promover o arquivamento deste inquérito.

 

(...)

 

Brasília, 16 de abril de 2019.

 

Raquel Elias Ferreira Dodge

Procuradora-Geral da República

 

Fonte: http://www.mpf.mp.br/pgr/documentos/INQ4781.pdf

 

 

Bolsonaro e AGU ingressam com ADPF no STF apontando ilegalidades de Alexandre de Moraes

 

O presidente Jair Bolsonaro anunciou em 20/08/2021, pelas redes sociais, que a Advocacia-Geral da União (AGU) questionou, no Supremo Tribunal Federal, a constitucionalidade dos inquéritos conduzidos por Alexandre de Moraes contra seus adversários políticos. Bolsonaro disse: “O Presidente da República e o AGU entraram com ação, ADPF 877, no STF questionando a constitucionalidade nas decisões do Inquérito das fake news, dentre outros. Atos processuais são adotados contrariando as liberdades individuais e os princípios constitucionais”.

 

Na peça, o Advogado-Geral da União, Bruno Bianco, explica que os inquéritos causam desconforto no país desde a instauração do primeiro, o chamado “Inquérito das Fake News”, em que, há mais de dois anos, o ministro Alexandre de Moraes determina medidas cautelares intimidatórias sem sequer a participação do Ministério Público, e muitas vezes até mesmo contra a recomendação da Procuradoria-Geral da República.

 

A peça aponta:

 

O procedimento em questão foi tombado como INQ nº 4781, que ganhou uma notoriedade persistente. Afinal, se a sua mera instauração já havia sido causa de forte perturbação – chegando a atrair, inclusive, uma frustrada tentativa da Procuradoria-Geral da República de promover o seu arquivamento – a sequência de diligências e medidas cautelares adotadas pelo seu Ministro Instrutor/Relator arrebatou ainda o desconforto jurídico sentido por aqueles que acompanharam a tramitação.

 

Bianco exemplifica:

 

Em um mesmo procedimento, o Ministro Instrutor/Relator determinou (i) a remoção de conteúdo jornalístico envolvendo relatos que mencionavam nome de Ministro do Supremo Tribunal Federal (decisão de 13 de abril de 2019); (ii) a realização de busca e apreensão contra ex-Procurador-Geral da República, por manifestações externadas na imprensa (decisão de 27 de setembro de 2019); (iii) o afastamento temporário de todas as atividades funcionais de auditores fiscais da Receita Federal do Brasil, por suposto acesso indevido a informações sigilosas de Ministros do Supremo Tribunal Federal e de seus familiares (1º de agosto de 2019); (iv) prendeu parlamentar que hostilizou Ministros do Supremo Tribunal Federal em mídias sociais mediante excesso de crítica (decisões de 16 de fevereiro de 2021) e; (v) acolheu despacho do Tribunal Superior Eleitoral para determinar a investigação de condutas do Presidente da República por críticas à integridade do processo eleitoral praticado no sistema eletrônico de apuração (decisão de 4 de agosto de 2021) e por alegado vazamento de inquérito sigiloso (decisão de 12 de agosto de 2021).

 

Trata-se de um mosaico de fatos sem nenhuma relação aparente de conexão concreta, que foram submetidos ao escrutínio investigatório de um mesmo Ministro Instrutor/Relator apenas por se enquadrarem em uma “classe de fatos” – a hostilidade à dignidade da jurisdição do Supremo Tribunal Federal.

 

Fonte: http://www.folhapolitica.org

 

 

O Presidente do Senado Federal arquiva pedido de Impeachment de Ministro do STF

 

O Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou nesta quarta-feira (25/08/2021) que rejeitou o pedido de impeachment contra o Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido havia sido apresentado pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, em caráter pessoal, e será arquivado.

 

Fonte: Agência Senado

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/08/25/pacheco-rejeita-pedido-de-bolsonaro-por-impeachment-de-moraes

 

 

E no Senado Federal há vários pedidos de Impeachment por parte dos Senadores da República e de Representações da Sociedade Civil contra os Ministros do STF e todos foram arquivados pelos dois Presidentes do Senado, o antecessor Davi Alcolumbre e o atual, Rodrigo Pacheco.

 

Diz o Artigo 52, Inciso II da Constituição Federal:

 

“Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:

 

II - processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal, os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade;”

 

 

E foi a partir deste impasse constitucional no qual o Presidente do Senado Federal se recusa a abrir um processo de investigação contra qualquer dos Ministros do STF, que o Povo Brasileiro vem se mobilizando nas manifestações populares a nível nacional exigindo dos Ministros do Supremo Tribunal Federal o cumprimento da Constituição Federal, principalmente o Artigo 5º, onde as liberdades estão sendo cerceadas e prisões vem ocorrendo de forma arbitrária por todo o país a mando do Ministro Alexandre de Morais.

 

Todos os presos políticos estão sendo encarcerados apenas por expressar suas opiniões sobre a política brasileira nas redes sociais, compartilhando pensamentos políticos e partidários com ideais conservadores, e isto foi aplicado a todos os aliados e apoiadores do Presidente Jair Bolsonaro, que estão sendo censurados por ordem judicial do STF.

 

 

A Greve dos Caminhoneiros

 

É importante informar que o Governo Federal reduziu as alíquotas do imposto sobre combustíveis e gás de cozinha para amenizar a crise oriunda da Pandemia que limitou a renda familiar, além de diminuir os custos do frete gastos com os combustíveis. Ocorre, porém, que muitos Governos Estaduais em vez de seguir na mesma linha de ação do Governo Federal, aumentaram o ICMS sobre os combustíveis elevando os gastos dos Caminhoneiros, o que contribuiu também para o aumento da inflação.

 

As decisões de Governadores na contra mão da proposta do Governo de baixar o índice inflacionário, revela o jogo de bastidores das eleições do ano de 2022 contra o sucesso e a popularidade do Presidente Jair Bolsonaro e pretende com estas ações desestabilizar a economia do país, causando transtornos ao Governo Federal.

 

Essa guerra de Poder desencadeada pelos dois Poderes da República para derrubar o Presidente Jair Bolsonaro, está causando sérios prejuízos à Nação em todas as frentes e depois da Mega Manifestação Nacional do 7 de Setembro é certo que ocorrerá retaliações do Senado Federal e do STF contra o Governo Federal, principalmente contra o Presidente da República Jair Bolsonaro.

 

Na Câmara dos Deputados, o Presidente Jair Bolsonaro conta com o forte apoio dos seus Parlamentares, sendo fortalecido no evento deste 7 de Setembro.

 

O desfecho que poderá vir de ações dos Ministros do STF contra o Presidente Jair Bolsonaro ainda é uma incógnita, mas já estão se movimentando para vetar os Projetos de Leis aprovados no Congresso Nacional contrariando dessa forma os interesses da sociedade brasileira que foram beneficiados pelas ações do Governo Federal.

 

Caso o Presidente da República Jair Bolsonaro venha a receber sanções por parte tanto do Senado Federal como do Supremo Tribunal Federal, o Povo brasileiro e os Caminhoneiros serão a principal linha de defesa dos Direitos Fundamentais do Cidadão, cabendo diretamente às Forças Armadas do Brasil a Garantia da Lei e da Ordem Constitucional da Nação.

 

A tão divulgada palavra de ordem “Golpe”, nada mais é do que o desespero dos dois Poderes da República e da militância comunista que já perceberam que o fim do Poder paralelo está próximo, e o Presidente Jair Bolsonaro vai devolver de fato o Poder ao Povo Brasileiro e garantir a Liberdade, a Soberania e o pleno Direito Democrático à Nação, da forma como está escrito na Carta Magna.

 

Por isso, o que se tem assistido nas Mobilizações e Manifestações em todo o território nacional é a força do Povo Brasileiro através da realização das motociatas, do povo nas ruas e os movimentos dos caminhoneiros. Na simbologia, o aspecto militar é semelhante à cavalaria, a infantaria e blindados. E aqui fica a revelação do porque o Poder Judiciário interfere imensamente nos Decretos das Armas emitidos pelo Capitão. Querem desarmar estes Guerreiros da Pátria Amada.

 

Estejam em alerta e prontidão guerreiros!

 

O Capitão precisa de vocês!

 

O Mal ainda não foi extinto. E a Vitória final precisa ser alcançada!

 

Brasil, Avante!

Deus está conosco.

Paz em Cristo.

Shima.

Namastê.


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Patriotas, preparem-se!



 

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