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Saudações da Luz,

Acabei de assistir o filme sobre Maria Madalena, a apóstola de Cristo e fiquei muito emocionado pelo enredo da história narrada de forma tão sublime, a que mais se aproximou da realidade ocorrida há mais de dois mil anos na Palestina. 

E o mais importante é que nos faz refletir de uma forma mais profunda sobre a participação das mulheres naquela época durante a passagem do querido Mestre Jesus.

Em 2006 publiquei um artigo sobre Maria Madalena durante um encontro no Tribunal do Conselho Cármico ocorrido em 31/12/2005, quando ainda vivia no Japão. E foi com imensa alegria que recebi a notícia vinda do Vaticano de que o Papa Francisco através de um decreto publicado em 03/06/2016, reconhecia Maria Madalena como a Apóstola dos Apóstolos, estabelecendo o dia 22 de Julho como celebração da Santa Maria Madalena.

O que mais me emocionou foi o fato da Igreja admitir o erro sobre esta divina mulher que por tantos séculos foi confundida com uma prostituta. Como sempre afirmei, a verdadeira Maria Madalena é o complemento divino do querido Mestre Jesus e foi sua esposa naquela época vivida na Palestina, sempre o acompanhando em sua missão crística na Terra.

Maria Madalena foi uma líder que conduzia as mulheres que se tornaram discípulas do Cristo após a sua crucificação e se dedicaram a expandir os seus ensinamentos por toda a região. Foram essas mulheres que mais difundiram o Evangelho naquela época e através desta força feminina nasceu a Igreja. A devoção e a fé feminina traz o Poder da Mãe Divina.

Nos últimos anos, principalmente em 2016 e 2017 foram intensos e diários os encontros com a minha mentora espiritual Mestra Nada, que foi a própria Maria Madalena em sua encarnação terrena, de quem recebi novas instruções sobre a manifestação da Hierarquia Espiritual na Terra, que desta vez será realizada de forma diferente, já que a Humanidade alcançou um patamar em sua evolução que poderá viabilizar esta nova realidade.

Sob a condução direta da Mestra Nada, a Grande Missão vem criando o “Momentum” tão esperado pelos grandes mestres, incluindo o amado Saint Germain que naquela época foi José, o pai de Jesus e que hoje é o Diretor da Nova Era e também substituiu nesta condição, o seu filho que dirigiu a Humanidade por mais de dois mil anos, durante a Era de Peixes. Na Nova Era que se vislumbra adiante, a vinda de Maria Madalena e do Mestre Jesus se manifestarão para o cumprimento do propósito divino que não puderam realizar conforme o Plano do Pai Micah.

E a Grande Missão conduzida pela Mestra Nada vem resgatando a energia feminina em toda a sua plenitude, da mesma forma como Maria Madalena a realizou em sua vida. Foram mais de 500 discípulas que seguiram o Cristo e reencarnaram para dar prosseguimento na missão planetária junto ao Grande Mestre.

O dilema nos tempos atuais como naquela época relaciona-se a outra confusão sobre o Mestre Jesus, o Cristo Maitreya e o Pai Micah, quando estas três personalidades se tornaram Um no Mestre Jesus. E este será um assunto a ser tratado num futuro artigo onde serão esclarecidas algumas dúvidas sobre a realidade destas divindades que hoje se manifestam em nosso orbe terrestre. Bem como a relação da Mãe Divina com a Mestra Nada e Maria Madalena terão um espaço em outro artigo.

Voltando ao ponto onde mencionava sobre o filme de Maria Madalena lançado agora em março deste ano, confesso que a emoção tomou conta de mim enquanto o assistia, pois conforme cada cena se mostrava era como se eu acessasse o registro akáshico daquele tempo em que também estava encarnado... Muitas lembranças vieram à memória. Não me contive de alegria e felicidade ao ver a querida Maria Madalena sendo apresentada da forma verdadeira como ela foi em sua vida ao lado do Mestre Jesus.

Ela venceu as barreiras da rigidez patriarcal da época, superou os desafios apenas pela sua fé e devoção a Deus seguindo os passos daquele a quem ela amava profundamente. Em sua doação à missão renunciou à segurança da casa e família e seguiu o coração. Foi a que mais atuou na evangelização da Boa Nova pregada por seu amado Mestre. Anos mais tarde após a crucificação teve que emigrar com toda a família para o sul da Europa em fuga da perseguição aos cristãos e principalmente dos descendentes diretos do querido Mestre Jesus.

Não tive como evitar as lágrimas após assistir o filme Maria Madalena e também não me sentir emocionado pela justiça que hoje se faz ao ser reconhecida pela própria Igreja a sua santidade, erroneamente difamada por um erro de interpretação movido por uma tradição rígida onde era negado à mulher a expressão de sua divindade.

Ver as lágrimas na face da minha mentora, enquanto o filme narrava a história da sua encarnação terrena foi mais emocionante ainda. Ao término da sessão tivemos uma rápida conversa e algumas revelações...

Mas isso é assunto para outro artigo.

Ficamos aqui, e no dia 22 de Julho vamos celebrar a data de Santa Maria Madalena que foi elevada ao grau de festa do Calendário Romano da Igreja.

Em Luz e Amor,
Paz em Cristo!!!
Shima.
Namastê.


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Obs. Página atualizada em 21/06/2018

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