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NOTA DE ESCLARECIMENTO – A GRANDE MISSÃO E O PLANO DIVINO 


Saudações da Luz,



Temos recebido mensagens de leitores perguntando sobre o Movimento de Resistência e qual seria a relação deste trabalho com o que desenvolvemos na Grande Missão.

Por este motivo, venho esclarecer quais são as diferenças.



O grupo de Guardiães da Luz foi criado em maio de 2012 para desenvolver atividades relacionadas ao Plano Divino, no qual o processo ascensional da humanidade estava inserido no seu propósito, dando prosseguimento aos trabalhos que já vinha desenvolvendo desde o ano de 2005 através das publicações dos meus artigos.



Guardiães da Luz:




Para que o Plano Divino possa ser realizado é necessário que se faça o despertar das consciências humanas para a realidade do plano espiritual e a sua conexão com o Eu Superior, iniciando assim o processo propriamente dito da sua ascensão. O grupo Guardiães da Luz tem como objetivo a união das diversas personalidades encarnadas (com todas as suas complexidades e agenda pessoal) com o propósito de manifestar o Plano Divino na Terra, a este propósito denominamos de a Grande Missão.



Ou seja, a Grande Missão tem o propósito de implantação deste Plano Divino na Terra, sendo as atividades registradas em todos os meus artigos já publicados e as outras arquivadas em Atas internas da GM.



Outro ponto estabelecido dentro do Plano Divino está relacionado ao resgate da Soberania do Pai Micah aqui na Terra como foi no passado remoto da história da nossa humanidade. O Pai Micah é o governante soberano deste Universo Crístico (que é regido por Leis) e da Ordem Divina emitida pela Fonte Primordial dentro de toda a Criação.



Não faz parte de nossas metas a promoção de guerras e conflitos, nossa missão é direcionada através da conquista de um processo consciencial, onde as almas humanas encarnadas precisam percorrer um caminho dentro da Lei do Livre Arbítrio e através de suas escolhas pessoais se conectarem através do coração ao seu Eu Superior, o Mestre interior



A consciência humana encarnada deve ascender os degraus do conhecimento e da sabedoria divina e assim fazer a sua conexão direta com o Eu Superior. Esta é uma das atividades principais desenvolvidas dentro da Grande Missão.



Outra atividade bem conhecida é a participação nas Operações de Resgate e Cura promovidas pelo Comando Ashtar.



Essas operações de resgate tornaram-se necessárias, pois estão ligadas à Transição Planetária com o intuito de auxiliar milhares de consciências desencarnadas que ainda se encontravam aprisionadas nas malhas ilusórias do mundo umbralino, sem encontrar uma saída, sendo necessário que os resgates fossem realizados em todos os reinos umbralinos.



A partir deste ponto é que muitas pessoas passaram a questionar as ações da GM em relação aos ataques que passamos a receber do Umbral, pois acreditavam que a Luz deveria predominar de forma natural em todos os recantos do nosso planeta e em todos os seus mundos existenciais, esquecendo-se que a vida nestes quatro mundos inferiores se alicerçavam na dualidade.



Em função deste conflito interno, foram desenvolvidos vários estudos sobre a existência das duas forças predominantes conhecidas como: crísticas e anticrísticas. Na divulgação popular ficou conhecida como as batalhas da Luz x Trevas, sendo que havia dois campos de batalhas, uma definida como a “batalha interior” (que envolvia o ego inferior e o Eu superior) e a outra no mundo umbralino (que ocorria durante as operações de resgate).



Dentro dos grupos de estudos promovidos pela GM ao longo dos anos 2012, 2013, 2014 e 2015 os temas visavam abordar os processos de autoconhecimento com a finalidade de promover a conexão com o Eu superior. E, para que fosse possível vencer esta batalha interior foi revelada a existência da alma guerreira inerente à individualidade humana. Desta forma muitas pessoas conseguiram ultrapassar a barreira da terceira dimensão e avançar para outros mundos existenciais.



A base destes estudos foi divulgada ainda em 2009, muito antes da fundação da GM, sobre a revelação da existência das Águias e em 2005 iniciei as publicações sobre as Operações de Resgate, quando ainda vivia no Japão:



O Voo das Águias:




Operações Resgate:







Sobre os Guerreiros da Luz foram vários artigos sobre a existência e a missão destas pessoas encarnadas na Terra que vinham de uma longa jornada de intensas batalhas em muitas civilizações que existiram sobre a nossa superfície:



O Guerreiro da Luz:




Trabalhadores da Luz – A Cura e o Resgate:




Guerreiras da Luz – Missão: Operação Resgate e Cura:




Aos Guerreiros da Luz – O Despertar da Energia Sagrada no Homem:






Em nossas ações no mundo umbralino contamos também com o apoio direto do Povo de Aruanda, formados pelos irmãos Exus e Pombagiras, reconhecidos Guardiões da Humanidade Terrestre, que cuidam, protegem e amparam todos os seres que desencarnaram e caíram nas profundezas dos abismos quase inacessíveis. Em qualquer dimensão negativa por mais densa que seja ou profundo que haja, estes Guardiões, reconhecidos como Falangeiros do Arcanjo Miguel, lá estão. E somente com a ajuda deles é possível alcançar os recantos mais submersos do Umbral.



Se não fosse a atuação destes Guardiões, muitos desencarnados já teriam deixado de existir como centelhas divinas, tamanho o nível destrutivo que há nestas regiões. Tamanha é a dimensão deste mundo que passei a denomina-la de Terra II, me referindo ao que existe no plano astral após a passagem de uma vida para outra.



Guardiães da Humanidade:




Portanto, fica bem evidenciado através dos trabalhos, das atividades e das ações da GM e do CAD que o foco da nossa missão sempre se direcionou as Operações de Resgate e Cura e em momento algum iniciamos as guerras, conflitos e batalhas nas quais fomos envolvidos. Ao contrário, tivemos que atuar na defesa e contenção a partir do momento que recebemos uma declaração formal de guerra por parte das forças negativas em todos os níveis. Cabia a nós da GM nos defender e proteger a missão crística que está inserida no Plano Divino.



Então, nesta nota de esclarecimento quero deixar bem claro para todos que a nossa atuação como Guardiães da Luz em nada se relaciona aos objetivos e propósitos do Movimento de Resistência que tem outro foco de mudança no plano físico.



Acreditamos que para que uma mudança se concretize, é necessário de forma primordial que cada ser se comprometa primeiramente com sua própria evolução e conexão espiritual consciente com o seu Eu Superior.



Nossas ações focam diretamente o plano espiritual em acordo com a Cosmoética vigente em nosso Universo, não interferimos no livre arbítrio das pessoas e nem de outras raças planetárias.



Cada vertente, grupo ou núcleo escolhe o melhor caminho e a sua verdade. A questão se é da Luz ou não se relaciona ao discernimento daquilo que é o melhor caminho para cada um.



E este caminho só pode ser encontrado em sua verdadeira essência pelo coração.



E todas essas ações da GM estão contidas nos 12 Atos que fundaram a GFH que é a manifestação física das metas estabelecidas pela GM desde a sua criação. A forma como são realizado as ações da GFH estão contidas no Manifesto da UTL e no seu Estatuto Social, registrado em Cartório.



Há dois vídeos de grande repercussão no momento de um notório palestrante e instrutor que como nós compactua da mesma visão sobre a evolução espiritual. Nestes vídeos é citado o foco do Movimento de Resistência e em que se difere dos trabalhos que são desenvolvidos por ele, aos quais corroboramos com a mesma visão e percepção espiritual.



Quaisquer dúvidas nos colocamos à disposição para esclarecimentos.

Em luz e amor,
Gratidão profunda,
Shima.
Namastê. 


Saiba mais - Conheça o nosso trabalho:

Livro: Terra II - Comando Águia Dourada: A Batalha de Nibi por Ernesto Shima. 

(*) Este livro "A Batalha de Nibi" foi resultado de outras batalhas que envolveram raças alienígenas negativas que mantinham o domínio da raça humana neste planeta e que haviam declarado uma guerra contra nós. E, nas vitórias sucessivas do CAD, os comandantes militares de Nibiru foram chamados para intervir. 

Após esta batalha (contada no livro), outras se sucederam ocasionando a entrada de outras forças negativas cujo poder de combate e destruição eram cada vez maiores e mais perigosas, não só pela tecnologia mas pelo alto nível mental centenas de vezes superior ao do humano terrestre.

Foram mais de dois anos de batalhas numa guerra que se alastrou por várias galáxias e somente com a implantação pelo Pai Micah do Governo Planetário da Terra foi possível criar os canais de conversação e acordo para se estabelecer uma trégua na guerra que se alastrou além deste Universo Local. 

As intervenções do GPT determinaram um novo patamar de relacionamento com essas raças interplanetárias que tinham a Terra como uma de suas colônias e então, as negociações passaram a ser resolvidas diretamente com as Regências ou Governos Planetários de outros orbes em várias galáxias, donde se originavam essas raças alienígenas estacionadas em nosso orbe terrestre. 

Os Conselhos Siderais atuaram em todos os casos de conflitos e divergências, através de julgamentos e dos vereditos emitidos. Muitos que não aceitaram as decisões das Instâncias superiores dos Conselhos Siderais ou dos seus líderes e governantes foram considerados rebeldes e dissidentes e coube ao GPT atuar diretamente nestas questões que geraram outra onda de conflitos em nosso orbe, promovendo a retirada gradativa de cada grupo conforme eram capturados ou aprisionados. 

Outros se renderam e pediram a intervenção do GPT junto aos Conselhos Siderais e foram atendidos, sendo banidos da Terra e encaminhados a outros orbes.

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