CAD – A HISTÓRIA DE UM RESGATE – 23/11/2019 - Caminhando com o Mestre

CURSO

LightBlog

NEWS

Home Top Ad

LightBlog

Post Top Ad

sábado, 23 de novembro de 2019

CAD – A HISTÓRIA DE UM RESGATE – 23/11/2019




As Operações de Resgate e os desdobramentos no Umbral

A vida após a morte é algo que transcende a consciência humana encarnada no plano físico da 3D. O fato de as pessoas acreditarem apenas no Céu, no Purgatório e no Inferno sem estudarem ou pensarem no assunto, dificulta o conhecimento sobre o “além” que está tão próximo de nós no dia a dia, pois os dois mundos se interpenetram da mesma forma como caminhamos no meio ambiente repleto do ar que respiramos continuamente. Sentimos o ar, mas não o vemos. Sabemos que existe, mas não entendemos como nos mantêm vivos na superfície do orbe terrestre.

Muitas vezes as pessoas que ficam, perguntam por que não recebem respostas do mundo espiritual sobre seus entes queridos que já partiram. Estas questões são simples de responder quando a mente e o coração estão abertos para o aprendizado, pois os mentores das pessoas que deixaram o plano físico procuram proteger e preservar a entidade que desencarnou e para isso, ela é colocada em lugar seguro e mantida em segredo, caso contrário podem ser vítimas de ataques mentais para que ao baixarem a vibração, sejam puxadas para o plano denso do Umbral. Principalmente as pessoas que possuem a luz crística, chamam muito a atenção e são alvos de ataques diretos por parte das forças trevosas, que necessitam desta energia para sobreviverem na escuridão umbralina. A luz crística serve de alimento, quando conseguem aprisionar um ser de luz, e passam a sugar essas energias.

Esta foi uma das razões do pedido de intercessão feito pela cmte Ree no caso que menciono neste artigo, pois ela viu o perigo que a pessoa corria se fosse vítima de sequestro, pois o pânico leva as pessoas para o nível mais denso do Umbral onde está repleto de seres trevosos. E por ser uma grande personalidade, a notícia se espalha em todos os reinos umbralinos da mesma forma como é noticiado nas redes de TV no plano físico.

Então, é importante o entendimento dos familiares de pessoas que deixam o convívio na vida física que é necessário algumas providências no plano espiritual para manter a segurança daqueles que estão sob a proteção direta dos seus mentores, pois em vida atuaram em conexão com sua consciência espiritual e isso ressoa intensamente no Umbral quando a pessoa desencarna. E até que ela possa estar consciente no plano espiritual e consiga se proteger pessoalmente então, as comunicações ficam liberadas de acordo com a Lei e a Ordem Divina. Por isso é importante as orações direcionadas às pessoas desencarnadas serem enviadas ao TCC (Tribunal do Conselho Cármico), onde estes pedidos são analisados.

O CAD atua ininterruptamente nos resgates em todos os níveis e não é uma atividade a ser executada por qualquer grupo de socorrista em razão do envolvimento de perigosas entidades, criaturas malignas que perambulam no Umbral à espreita de qualquer incauto ou daqueles que se perdem na escuridão umbralina. Os resgates feitos na superfície são indicados para os grupos de Trabalhadores da Luz conhecidos por nós como os “Grupos de Socorristas”, muito parecido com as equipes da Cruz Vermelha, pois instalam suas tendas em pontos determinados e seguros onde fazem o atendimento e o amparo das entidades humanas desencarnadas e até dos animais.

São estes Grupos de Socorristas que participaram muito no início dos trabalhos da GM durante as ativações dos Portais de Luz. Ver de cima os trabalhos sendo realizados por essas pessoas encarnadas que atuavam voluntariamente, mesmo com o perigo que corriam, servia de incentivo e nos dava força para combater as trevas durante nossas operações de resgate mais profundas que ultrapassaram centenas de reinos umbralinos. Muitas vezes era preciso contar com o apoio destes Grupos de Socorristas e levar até eles os que havíamos resgatado, e voltar correndo para os combates.

O que muitas pessoas não perceberam é que junto a esses grupos de trabalhadores da Luz estavam atuando ao lado deles, as Filhas de Maria, a elite de Resgate da Mãe Maria. As Filhas de Maria formam a Ordem da Cavalaria Sagrada e são as alas femininas capazes de adentrar os mais profundos abismos do Umbral, combatem como verdadeiras guerreiras, socorrem, fazem resgates e cuidam das entidades nos hospitais espalhados pelo Umbral ou nos níveis elevados do plano astral, conhecido como cidades espirituais.

Os casos de alta periculosidade são realizados pelo CAD e pelo Comando Ashtar com o apoio direto dos Falangeiros do Arcanjo Miguel. As batalhas no mundo umbralino levam-se muitas vezes dias de combates. O resultado final é sempre o resgate de milhões de entidades humanas que desencarnaram há centenas e milhares de anos. Todas as vítimas são libertadas e encaminhadas para os Hospitais da Mãe Maria.

Hoje os reinos umbralinos estão em sua maior parte desativados, principalmente os que foram criados por seres alienígenas negativos, restando apenas alguns que estão sendo reurbanizados e sob o controle de Avatares que administram essas regiões densas do Astral. Muitas operações ainda necessitam ser realizadas em procedimento de urgência, mas nos falta apoio de pessoas encarnadas que possam arregaçar as mangas e mergulhar lá embaixo. Essa é a única dificuldade que impede uma completa limpeza no mundo umbralino.

O CAD atua não apenas no orbe terrestre. Além de cobrir todos os Universos do Pai Micah, o CAD foi convocado para atuar em outros Universos além do nosso e aí temos bilhões de anos de trabalho pela frente. Ver e sentir o olhar amoroso daqueles que são resgatados e leva-los de volta para Casa é o maior sentimento de gratidão que temos pelo serviço que dedicamos ao Pai Micah.

Não há alegria maior quando reencontramos depois de éons, velhos amigos, companheiros e leais guerreiros que foram considerados perdidos ou extintos nesta Guerra Cósmica e Universal. É pura emoção!

Cada caso em si já é uma história impressionante que conta não apenas a vida de um ser que foi salvo, mas a história dele e de toda a civilização que existiu em sua época. É um manancial de conhecimentos, revelações e mistérios desvendados. Assim tem sido a nossa jornada em todas as operações de resgate. E temos milhões de relatos não somente de personalidades históricas da Terra como de outros orbes em outros quadrantes deste imenso Universo do Pai Micah.

Somos o CAD a serviço do Pai Micah!

Nosso lema é: CAD Avante!

A nossa missão é “Servir com Amor!”


O RESGATE

As atividades diárias no QG/NA do CAD envolvem uma série de operações de resgate em vários níveis com situações complexas e outras que necessitam de ações rápidas de acordo com a forma como ocorreu o desencarne. Há também os casos mais simples que acontecem de forma natural, quando as pessoas que desencarnaram chegam até nós, pois o NA mantem um Posto de Atendimento no plano astral no perímetro interno da nossa sede, com uma grande equipe de Assistência Espiritual.

A movimentação é intensa no Umbral e ocorrem diversos tipos de desencarnes desde morte natural, acidentes automobilísticos, mortes em decorrência de assaltos, assassinatos e execuções. Todos estes casos são investigados e analisados pelo Tribunal do Conselho Cármico (TCC), onde cada caso é julgado e somente com a autorização do TCC, o CAD pode atuar nestes casos mais complexos, pois uma operação de resgate desencadeia muitas vezes uma reação negativa e a retaliação pelas forças trevosas contra o NA.

Assim têm sido as atividades ao longo destes anos desde que o CAD passou a atuar diretamente nas Operações de Resgate como uma Unidade Operacional com a permissão direta do Comandante Ashtar Sheran. A cmte Ree e eu já realizávamos estas operações de forma consciente desde a década de 90. Ela em São José dos Campos, SP, onde residia e eu no Japão. A cmte Ree por ter uma mediunidade bem consciente possui a capacidade de resgatar entidades que estejam presas no Umbral. E faz isso com uma maestria ímpar para uma pessoa encarnada e consciente da sua missão crística.

Soube do desencarne de uma personalidade que desenvolveu a sua missão de vida de forma exemplar, crística e humana. Acompanhamos a sua trajetória desde o início da carreira, por isso, a sua passagem entre nós aqui na Terra é marcada por gestos, atitudes e comportamentos que são marcas dos Filhos da Luz. Essas pessoas dignas em sua jornada terrena já tem o sinal crístico na fronte, mas como vivemos no mundo do livre arbítrio é necessário que um pedido de intervenção e amparo seja feito de forma consciente à Hierarquia.

Este caso foi considerado incomum em razão do acidente inesperado, e este tipo de situação resulta em choque no momento do desencarne. E aqui vem o alerta que sempre divulguei nos meus artigos sobre este assunto. Na maioria dos casos de desencarne a pessoa não percebe que deixou o corpo físico. Acredita que ainda está encarnada e tudo se parece como um sonho ou um pesadelo.

Como passei por uma cirurgia e estava na cama em repouso, a cmte Ree me alertou sobre o que estava acontecendo. Imediatamente passei a ver o que ocorria. A entidade desencarnada estava ao lado da maca vendo o seu corpo passando pelos procedimentos médicos finais. A cada etapa, sentia a dor imediata no seu corpo espiritual, pois é assim que acontece após o desencarne com a pessoa consciente de que está viva, mas que ainda não sabe que desencarnou. Achou que estava tendo um pesadelo e começou a entrar em pânico sem entender o que estava acontecendo.

Se a pessoa não sabe que está “morta” no plano físico, mas sente a vida pulsar dentro de si com outro corpo que ainda desconhece que existe, entra em pânico, o que pode leva-la para os mundos mais densos do Umbral, onde será mais difícil de ser encontrado ou resgatado. Como a cmte Ree consciente do que poderia acontecer em função da grande energia que é direcionada à pessoa por seus admiradores e familiares, pediu uma intervenção divina imediata, em oração.

Foi realizado o resgate e trazido ao NA para receber uma orientação. Pelo fato de ainda estar preso ao corpo físico, tudo parecia um pesadelo, visto que sentia as dores com o procedimento que estava sendo efetuado e por este motivo não conseguia fazer a transição para o plano espiritual de forma segura.

Assim que abriu os olhos levou um susto ao me ver, olhou em volta e disse:

- Onde estou?

Sorrindo, respondi:

- Somos da Operação Resgate, fique tranquilo.

Imediatamente colocou as mãos na cabeça e sentindo as dores da queda disse que doía muito. Em seguida coloquei minhas mãos no local para fazer o procedimento de cura de emergência e aliviar a dor que sentia. Assim que sentiu uma melhora começou a sorrir. Normalmente nestes casos, quando mencionamos que somos uma Unidade de Resgate ocorre a mudança de paradigma, pois se sentem socorridos e acolhidos por uma unidade do Corpo de Bombeiros ou do SAMU e isso tranquiliza na hora do atendimento.

- Lembra do seu nome? Como se chama? – perguntei. Esse é um procedimento padrão nas ações do CAD, mesmo sabendo quem estamos resgatando, pois é necessário que a pessoa recupere a consciência e a primeira coisa é lembrar-se do nome, pois nessa situação é possível fazer os procedimentos de conscientização do quadro atual da pessoa que desencarna em uma situação trágica como foi o caso.

- Sim, meu nome é (....). – respondeu confirmando.

- Como se sente?

Neste momento, começou a descrever o que via e onde estava e, principalmente a dor que ia sentindo conforme via o corpo naquelas condições em cima da maca (que mencionou ser do tipo inox), mencionou que não entendia o que estava acontecendo. Nestes momentos ocorre uma situação delicada, pois é perceptível que a pessoa não tomou conhecimento do seu desencarne e acredita plenamente que está “vivo” e assim é preciso medir cada palavra a ser dita e conduzir a conversa de forma amorosa, serena e positiva.

- (...) consegue lembrar-se do que aconteceu?

Colocou a mão novamente na cabeça e relatou em detalhes o momento do acidente. Disse que ao descer fez um pequeno movimento de se virar, a sua visão escureceu e caiu. Sabe que bateu a cabeça em algo. Coloquei a mão em sua cabeça para sentir que não havia mais perigo e isso o acalmou.

- Por que estão retirando (...) do meu corpo? Estou sonhando?

- Diga-me, você é (...)?

- Sim, sou. – E se virou com um olhar inquisidor – Eu morri?

- Percebe que você está aqui conversando comigo? Acha que morreu?

Pedi que tentasse sentir aquele momento em que estávamos conversando, o que sentia, o que via, e do olhar atônito dos primeiros momentos estava agora mais calmo e confiante. Ainda não entendia o que estava acontecendo. O propósito neste caso é instruir a pessoa sobre a nova realidade em que vive e isso não é feito de forma direta, pois é preciso que a própria pessoa aceite uma nova condição de forma amorosa e assim compreenda que na verdade ela continua viva, como sempre menciono nestas operações, o que ocorre nos resgates de vítimas de acidentes e catástrofes.

Depois de algum tempo observando, disse:

- Vejo que aquele corpo é meu. Mas não é sonho? Estou tendo um pesadelo?

- Acha um pesadelo a nossa conversa? De estar aqui conversando comigo?

- Não.

- Viu a cabeça do corpo como ficou? Acha que sobreviveria?

- Não.

- (...) o que você sabe sobre a vida após a morte?

Respondeu receoso...

- Sim, esta é uma forma de separação do corpo espiritual do corpo físico, entende isso?

- Então morri.

- Você apenas trocou de roupa (...), pois agora veste outro corpo, compreende?

- E por que sinto as dores quando os retiram?

- Porque você ainda não se conscientizou da nova situação, precisa deixar aquele corpo carnal e viver este que está usando agora, percebe?

Pensativo, embora preocupado, manifestou a vontade de entender melhor o que estava acontecendo e como seria o passo seguinte a ser dado nesta circunstância. Sentia-se preocupado com a família, com a esposa e os filhos. Vi lágrimas em seus olhos. Há muito amor em seu coração.

- Neste momento, (...) é preciso que você se cuide para depois poder amparar a sua família que ficou, entende isso? Todos esperam que você esteja no Paraíso e para isso somente você pode escolher para onde quer ir. Se você estiver bem, todos ficarão bem.

Compreendendo a nova condição, contou sobre sua vida, seus sonhos e a vontade de sempre ajudar as pessoas. Acredita que fez isso e sorriu. Mostrou um sentimento de gratidão pela oportunidade de ter conseguido isso em vida. Pediu perdão a dois funcionários que teve que demitir e como isso o entristeceu, pois não teve escolha, foi necessário. Senti tanta sinceridade em suas palavras que comoveram a alma deste guerreiro. Também é um guerreiro. Lutou e venceu.

- Para onde vou agora? – perguntou olhando firmemente nos meus olhos.

- Agora, se você aceitar, podemos te levar para o Hospital da Mãe Maria, o que acha?

- Nossa! Da Nossa Senhora?

- Sim, a Nossa Senhora tem um hospital espiritual maravilhoso, vai conhecer pessoas novas e também rever velhos amigos. Lá receberá os cuidados para curar a dor e desligar sua energia do corpo carnal, pois isso é preciso ser feito agora, para liberar os miasmas (...) que serão doados, ok?

- Está bem. Vou ver a Nossa Senhora?

- Sim, Ela estará lá te esperando. Confie.

Sorriu assim que passei as instruções pessoais para seguir nesta nova jornada e com a sua concordância foi levado para o Hospital da Mãe Maria onde está neste momento recebendo a assistência e o atendimento espiritual necessário.

...

Gratidão profunda,
Paz em Cristo!
Shima.
Namastê.

Leia mais: Operação Resgate, clique aqui.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Post Bottom Ad

LightBlog

Páginas