BRICS (2024–2026): A EXPANSÃO QUE MUDOU O TABULEIRO GLOBAL - 03/01/2026 - Caminhando com o Mestre

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sábado, 3 de janeiro de 2026

BRICS (2024–2026): A EXPANSÃO QUE MUDOU O TABULEIRO GLOBAL - 03/01/2026




Egito • Emirados Árabes Unidos • Etiópia • Irã • Arábia Saudita • Indonésia (e o efeito dominó sobre novos candidatos e parceiros)


Saudações da Luz,

Hoje não vamos falar sobre Espiritualidade, ontem iria publicar este artigo, mas devido aos acontecimentos na Venezuela, parei para analisar os novos rumos do que está por vir. 

Como cidadãos planetários é fundamental que cada Filho e Filha da Luz tenha consciência sobre a Geopolítica mundial e como isto pode afetar a sua vida...

Há momentos em que a História não avança em linha reta, ela “vira uma esquina”. A expansão do BRICS em 2024–2025 é uma dessas viradas. Não porque o BRICS “substituirá” o Ocidente, mas porque o mundo entrou num ciclo em que nenhum polo consegue mais impor sozinho as regras. O que se abre é uma disputa real por arquitetura de poder: quem financia, quem liquida pagamentos, quem controla energia, rotas, tecnologia e segurança.

Este artigo explica, de forma didática, o que mudou com as novas adesões e por que isso tende a atrair novos membros e parceiros.


1) O BRICS atual: quem entrou e o que isso significa na prática


1.1. De 5 para 11: o salto estrutural

O BRICS, que nasceu como 5 (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), passou a ser descrito oficialmente como um grupo de 11 países, incorporando Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia, Irã e Arábia Saudita. 

Um ponto importante (e honesto) sobre a Arábia Saudita:

Em materiais institucionais do BRICS (Brasil), a Arábia Saudita aparece listada como membro. 

Mas reportagens indicaram que Riad, apesar de participar de reuniões, ainda “segurava” a formalização completa por razões diplomáticas e de equilíbrio com os EUA, pelo menos até maio de 2025. 

Na prática geopolítica, isso significa: a Arábia Saudita já está “dentro do jogo” do BRICS, mesmo que sua adesão tenha nuances formais.


1.2. Indonésia: a adesão que “fecha o mapa” do Sudeste Asiático

A entrada formal da Indonésia em 2025 foi anunciada pelo governo brasileiro (presidência do BRICS). 

Tradução estratégica: o BRICS deixa de ser “Eurásia + América do Sul + África do Sul” e passa a ter um grande pivô do Indo-Pacífico, com peso demográfico e econômico.


2) Tamanho do BRICS: PIB, comércio e peso sistêmico

A melhor forma de entender “tamanho” é separar em três camadas: economia (PIB), comércio e capacidade de absorver choques.


2.1. PIB (PPP) e a mudança de patamar

Segundo FAQ oficial do BRICS (Brasil), os cinco originais chegaram a 33% do PIB global em PPP em 2023 (≈ US$ 60 trilhões); ao considerar Indonésia + os cinco que entraram em 2024, o BRICS passa para aproximadamente 40% do PIB global em 2023. 

Isso é enorme por um motivo simples: PPP mede “economia real” (produção e consumo ajustados por custo de vida). Em outras palavras: o BRICS já é, em economia real, um dos maiores centros do planeta.


2.2. Comércio internacional: o dado que muita gente ignora

O mesmo documento oficial aponta que a participação combinada do BRICS no comércio mundial subiu de ~18% (2003) para 22% (2023) e, com a expansão, chegou a 26% do comércio internacional em 2023. 

O que isso significa?
Que a discussão não é “ideológica”; é logística e comercial: um quarto do comércio do mundo passa por países que agora se coordenam politicamente.


2.3. O “poder de absorver choques”

O BRICS tem vantagem estrutural: diversidade de cadeias e de recursos (energia, alimentos, indústria, tecnologia, mercado consumidor). Isso aumenta a capacidade de suportar sanções, crises de oferta e rupturas financeiras, ponto que aparece com frequência em análises sobre a nova multipolaridade. 


3) Por que cada novo membro importa (alavancas reais)

Agora vamos ao “porquê” de cada adesão ser uma peça de xadrez — não por moral, mas por posição.


3.1. Egito: gargalo logístico e ponte geopolítica

Canal de Suez e rotas do comércio global: quando você tem um membro com peso em rotas estratégicas, você tem influência indireta sobre fluxos e custos do comércio.

Egito também reforça o “arco” África–Oriente Médio dentro do BRICS.


3.2. Emirados Árabes Unidos: finanças, portos e energia

Os Emirados são um “hub” financeiro e logístico (portos, aviação, serviços).

Entram como peça importante para: investimento, infraestrutura e liquidação de comércio.


3.3. Irã: energia + geopolítica de sanções

O Irã entra como símbolo de algo maior: países altamente sancionados procurando alternativas.

Também adiciona profundidade energética e rotas alternativas.


3.4. Etiópia: sinal de “BRICS África ampliado”

A Etiópia é um sinal claro de que o BRICS quer ser mais que “5 grandes”: quer representatividade ampliada do Sul Global, inclusive África interior.


3.5. Arábia Saudita: o coração do tema “petrodólar”

No meu artigo de 2022, comentei sobre colocar a Arábia Saudita como “chave histórica”. Por quê?

Energia é a espinha dorsal da economia real.

Quando grandes exportadores de energia diversificam moedas, mercados e acordos, o sistema financeiro global sente.

E aqui entra o ponto mais delicado e mais importante:

Não é que “o dólar acaba amanhã”.

É que o monopólio do dólar como intermediário inevitável pode perder força gradualmente, conforme crescem acordos bilaterais, mecanismos alternativos e liquidação direta entre países.

A própria imprensa internacional registrou que a Arábia Saudita buscava calibrar essa movimentação para não romper pontes com Washington, o que reforça a leitura de que o movimento é real e é sensível. 


3.6. Indonésia: escala demográfica e “cadeias asiáticas”

A Indonésia adiciona:

- escala populacional,
- peso no Sudeste Asiático,
- integração em cadeias de valor globais (minérios críticos, manufatura e mercado consumidor). 


4) A “nova moeda do BRICS”: o que é e o que não é... Aqui vale ser muito didático.

- O que NÃO é (na prática, por enquanto):

Não é uma “moeda única” estilo euro, pronta para substituir moedas nacionais.

Não é um “golpe final” no dólar de um dia para o outro.

- O que tende a SER (mecanismos):

O que cresce é um conjunto de alternativas:

- acordos bilaterais de comércio em moedas locais,
- sistemas de pagamento e compensação,
- financiamento por bancos multilaterais (como o NDB),
- redução de custos e dependência de intermediários.

Ou seja: mais do que “uma moeda”, é uma arquitetura de liquidação e financiamento.


5) O NDB (Banco do BRICS) e por que ele importa na expansão

O NDB não é detalhe; ele é um dos “motores” do BRICS porque fornece financiamento fora do circuito tradicional.

Na página oficial do NDB, aparecem como membros:

- Fundadores: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul;
- Novos: Bangladesh (2021), Emirados Árabes Unidos (2021), Egito (2023) e Argélia (2025). 

Isso ajuda a entender um fenômeno:

- Mesmo países que ainda não são “membros plenos” do BRICS podem buscar vínculo institucional via banco, projetos e financiamento.


6) O “efeito-fila”: por que as adesões puxam novos interessados

A expansão de 2024–2025 criou duas mensagens ao mundo:


6.1. Mensagem 1 — “Existe alternativa negociável”

Com mais membros, o BRICS aumenta:

- mercado potencial,
- capacidade de financiamento,
- poder de barganha em fóruns globais,
- legitimidade como “bloco”.


6.2. Mensagem 2 — “Entrar pode ser gradual”

O BRICS criou formalmente a categoria de país parceiro. 

Isso é genial do ponto de vista geopolítico porque:

- reduz o custo político de “entrar”,
- permite testar cooperação sem compromisso total,
- cria um “corredor de adesão”.

E o próprio governo brasileiro registrou que mais de 30 países já expressaram interesse em participar como membros ou parceiros. 


7) Quem são os próximos: parceiros e candidatos prováveis

7.1. Parceiros já anunciados (porta de entrada oficial)

Foram anunciados como países parceiros:

- Belarus, Bolívia, Cuba, Cazaquistão, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão, e depois Vietnã como o 10º parceiro. 

Isso por si só já explica o “efeito dominó”:

- Ásia (Malásia, Tailândia, Vietnã),
- África (Nigéria, Uganda),
- Eurásia (Cazaquistão, Uzbequistão, Belarus),
- América Latina/Caribe (Bolívia, Cuba).


7.2. Por que alguns países preferem “parceiro” antes de “membro”

O caso do Vietnã ilustra bem: há países que querem os benefícios de cooperação e comércio, mas evitam custos geopolíticos imediatos.


8) Impacto global: economia, finanças, comércio e até o vetor militar

8.1. Econômico: deslocamento lento do “centro de gravidade”

Com ~40% do PIB global em PPP (estimativa baseada em 2023) e um quarto do comércio mundial, o BRICS vira um centro inevitável de negociação. 


8.2. Financeiro: menos dependência de um único trilho

Mesmo que o dólar siga dominante, o efeito real é:

- mais opções de liquidação,
- mais financiamento fora do circuito tradicional,
- maior resiliência para países sancionados ou pressionados.


8.3. Comercial: energia + rotas + mercado

Com membros ligados a energia e logística (Oriente Médio, Suez) e mercado consumidor (Ásia), você tem uma composição que tende a:

- reduzir custos via acordos diretos,
- criar corredores logísticos alternativos,
- ampliar segurança de abastecimento.


8.4. Militar/estratégico: não é “aliança militar”, mas muda equilíbrio

O BRICS não é uma OTAN.

Mas ele reúne:

- grandes potências militares (inclusive nucleares) e
- países em zonas estratégicas (Oriente Médio, Indo-Pacífico, rotas marítimas).

O efeito militar é indireto, mas real:

- mais coordenação diplomática,
- mais autonomia tecnológica e industrial em alguns setores,
- maior capacidade de resistir a coerção econômica (que hoje é uma “arma” tão forte quanto força militar).


9) O que você leitor deve guardar:

O BRICS expandido deixou de ser “ideia” e virou estrutura. 

Em economia real (PPP), o bloco chega a cerca de 40% do PIB global. 

No comércio, a participação estimada chega a 26% do total mundial. 

A categoria “parceiro” criou uma fila organizada de adesão gradual. 

A Arábia Saudita é peça-chave energética, mas com nuances formais e diplomáticas. 

A Indonésia fecha a ponte com o Indo-Pacífico e amplia escala do bloco. 

O mundo entra numa fase em que sobrevive melhor quem diversifica rotas, moedas, alianças e cadeias.


10) Um Alerta da Hierarquia Espiritual: 

"Sejam lúcidos, conscientes, justos e sagrados com seus povos e os povos originários da Terra, isto inclui animais, a natureza e tudo o que é Sagrado para a Humanidade. 

Assim como alianças se erguem e prosperam, nesta nova fase da Transição Planetária, o que é esperado além da mudança de poder e estratégia, como o BRICS tem atuado, é a mudança e ação com consciência.

Nos novos tempos, só se manterá de pé a união de povos que pelo mesmo objetivo se unem por amor e serviço ao bem, ao belo e ao verdadeiro, em prol da Humanidade e do Planeta. 

Todos que assim agirem, terão o apoio dos Céus, e os que infringirem esta regra, cairão com a mesma força."

Mensagem de Paolo Veneziano do Tribunal do Conselho Cármico.
Mensagem recebida em 03/01/2026 às 11:40h.
Canal: Rênata Zîmmermann 


Em Luz e Amor,
Paz em Cristo,
Shima.
CAD/NA
Namastê


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