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Saudações da Luz,
Chegamos a um dos pontos mais sensíveis e mais reveladores desta série.
Se os episódios anteriores mostraram o precedente, o tripé do poder e a ascensão do Sul Global, agora somos chamados a olhar para o lugar específico do Brasil neste novo ciclo planetário.
A invasão da Venezuela não é um evento externo ao Brasil.
Ela é um marco limítrofe, que empurra a Nação para uma mudança de eixo irreversível.
E, como sempre ensinamos:
- quando a História chama, não responder é, por si só, uma escolha.
1. O BRASIL DEIXA A ZONA DE CONFORTO GEOPOLÍTICO
Por décadas, o Brasil conseguiu sustentar uma posição relativamente confortável:
- distante dos grandes conflitos diretos,
- com boa relação diplomática multilateral,
- protegido por escala territorial e recursos.
Esse ciclo se encerra.
A intervenção direta em país vizinho rompe a ilusão de distância.
A América do Sul deixa de ser “zona periférica” e passa a ser território sensível do tabuleiro global.
O Brasil, por sua dimensão, não pode ser neutro por inércia.
2. O CHOQUE VENEZUELA E O DESPERTAR ESTRATÉGICO
A Venezuela sempre foi um fator regional importante.
Após a intervenção, ela se torna gatilho de reorganização continental.
Para o Brasil, isso significa:
a) Fronteira Norte ativada Roraima deixa de ser apenas questão social ou migratória e passa a ser eixo de segurança, logística e estabilidade regional.
b) Pressão diplomática ampliada, o Brasil é observado como liderança natural do subcontinente.
c) Relevância energética e alimentar elevada, em tempos de instabilidade, quem alimenta e abastece torna-se pilar de sustentação global.
O Brasil não buscou esse papel.
Ele foi convocado por sua própria geografia e destino histórico.
3. A MUDANÇA DE EIXO: DO “EQUILÍBRIO PASSIVO” AO “EQUILÍBRIO ATIVO”
Aqui está a revelação central deste episódio.
O Brasil se desloca de uma postura de:
- equilíbrio passivo “dialogar com todos, sem se comprometer profundamente”
para uma postura de:
- equilíbrio ativo “dialogar com todos, sustentando posição, limites e valores”.
3.1 Eixo Diplomático, soberania como princípio inegociável
A partir do precedente Venezuela, defender soberania deixa de ser retórica e se torna escudo de autoproteção.
O Brasil tende a:
- reforçar o multilateralismo,
- sustentar o direito internacional,
- rejeitar intervenções unilaterais em seu entorno.
Não por ideologia, mas por instinto de sobrevivência estratégica.
3.2 Eixo Econômico, diversificação como segurança
O país acelera:
- múltiplos canais comerciais,
- parcerias fora de um único eixo,
- proteção das cadeias de energia, alimentos e infraestrutura.
Diversificar passa a ser sinônimo de defender a própria soberania.
3.3 Eixo de Segurança, resiliência e estabilidade interna
O Brasil não entra em lógica belicista.
Mas fortalece:
- inteligência,
- controle de fronteiras,
- capacidade de resposta humanitária,
- prevenção de transbordamento de conflitos externos.
4. O BRASIL COMO PIVÔ OU COMO TERRENO DISPUTADO
Aqui se abre a bifurcação histórica.
O Brasil pode se tornar:
a) pivô consciente do Sul Global,
b) ou território de disputa entre forças externas e internas.
O que define essa escolha?
- coesão social,
- clareza institucional,
- visão de longo prazo,
- e maturidade espiritual coletiva.
Países-pivô não são os mais agressivos.
São os que estabilizam o sistema.
5. A LEITURA ESPIRITUAL: O PAPEL SINGULAR DO Brasil NO PLANO DIVINO
No Plano Divino do Pai Micah, algumas nações assumem funções específicas nos ciclos de transição.
O Brasil carrega arquétipos singulares:
- diversidade,
- acolhimento,
- abundância natural,
- potencial de mediação.
Por isso, sua missão não é dominar, mas harmonizar.
O Solo Sagrado do Brasil não é apenas um símbolo espiritual.
Ele é âncora vibracional em tempos de instabilidade, sustentando:
- equilíbrio,
- discernimento,
- serviço consciente.
Quando o mundo oscila, alguém precisa sustentar o eixo.
6. O CHAMADO À CONSCIÊNCIA COLETIVA
A mudança de eixo não ocorre apenas nos palácios ou gabinetes.
Ela ocorre na consciência do povo.
Cada cidadão é chamado a:
- discernir além das narrativas,
- não se perder em polarizações artificiais,
- compreender que soberania começa no interior.
A Transição Planetária passa pelo território,
mas se decide no coração humano.
O EIXO SE DESLOCOU, O PROPÓSITO SE REVELA
O Brasil não está à margem da História.
Ele está no centro silencioso de um novo ciclo.
A invasão da Venezuela apenas removeu o véu
e acelerou aquilo que já estava escrito no tempo.
Cabe agora sustentar:
- lucidez,
- responsabilidade,
- serviço,
- e alinhamento ao Plano Divino do Pai Micah.
Seguimos atentos, firmes e em Missão.
Em Luz e Amor,
Paz em Cristo
Shima
CAD/NA
Namastê
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