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quarta-feira, 2 de junho de 2021

CONHECENDO A GFH – ESTATUTO, ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO – 02/06/2021

 
 

Saudações da Luz,

 

É incrível a numerologia dentro da espiritualidade, pois a coincidência inexiste e a sincronicidade é marcante em cada etapa, ciclo ou fase que envolve o aspecto dos 7 anos, um padrão básico que tem sinalizado cada passo da Grande Missão.

 

A revelação que foi feita ao longo dos anos sobre o Ciclo de 7 Anos está relacionada à nossa evolução pessoal e envolve diretamente as Iniciações Solares. Como estamos fazendo a experiência humana no Quaternário Inferior e cada ciclo engloba uma peregrinação de 7 anos em cada um dos Raios cósmicos, para completar este mesmo Ciclo levamos cerca de 28 anos, ou melhor exemplificando: 7x4=28 anos.

 

Conforme foi publicado em maio de 2018, naquela época estava concluindo 25 anos na Grande Missão, e sendo assim, o mês de maio (2021) foi marcante pelo simples fato de ter concluído a totalidade dos 4 Ciclos de 7 anos totalizando 28 anos na Grande Missão, encerrando neste caso, o processo evolutivo da Grande Missão em seu propósito e metas. A Meta do Quaternário Inferior da GM atingiu o seu objetivo.

 

O Evento da Consagração da GFH e da Bandeira Crística (propósito da GM), ocorrido no dia 20/05/2021 diante do Pai Primordial simboliza também a Jornada da Humanidade após ter cumprido os 4 Ciclos relacionados à Peregrinação Espiritual dentro do Plano Divino do Pai Micah, onde é possível uma entidade espiritual fazendo uma experiência humana na mais longínqua dimensão nos mundos inferiores da Criação ser capaz de retomar o caminho, protagonizando o Retorno ao Lar do Filho Pródigo.

 

Este foi o significado revelador do Evento ocorrido com a GFH no dia 20/05/2021. Diante de toda a Criação foi comprovado o êxito do Plano Divino do Pai Micah com a presença consciente de entidades humanas do planeta Terra na Presença do Pai Primordial. A Consagração da GFH foi possível com o resultado alcançado através dos Projetos do Pai Micah e da Mãe Divina dentro da Criação Crística. Essa foi a grandiosidade do Evento, o reconhecimento e a consagração do Plano Divino Micahélico perante todos os Universos da Criação.

 

Nesta conclusão, as minhas reflexões voltaram 3 anos, quando publiquei um artigo sobre as atividades da Grande Missão, que começou na verdade no ano de 1993, quando estava em peregrinação espiritual no Japão.

 

 

MINHAS REFLEXÕES – 25 ANOS NA GRANDE MISSÃO - 27/05/2018

 

Saudações da Luz,

 

O dia 20 de Maio deste ano (2018) tem uma importância única na minha vida missionária, demarca o final de mais um ciclo e o começo de outro.

 

Foi em 20/05/2012 que a GM (a Grande Missão) foi oficialmente fundada no plano físico com a finalidade de promover o despertar das consciências sobre o plano espiritual, buscando neste propósito difundir a nova consciência, com o foco para a conexão do indivíduo com o seu Eu Superior.

 

Mas foi em Maio de 1993 lá no Japão que de fato comecei a Grande Missão quando passei a ter contatos diretos e contínuos com os meus mentores espirituais, com os mestres e membros do Comando Ashtar.

 

Um ano marcante em que recebi a Imagem da Luz Divina que se tornou o Portal de Luz da Grande Missão e até hoje faz esta ancoragem no NA (Ninho das Águias), a sede oficial da GM.

 

A maioria destas conexões foi através de projeção astral e logo após através de projeção da consciência. A primeira forma de projeção se faz através de uma interação com o plano astral e o mundo umbralino; na segunda forma é possível interagir com outras dimensões superiores que podem te levar até a “Fonte Que Tudo É”, o centro da Criação.

 

Já em meados do ano de 2004 recebi uma nova mensagem sobre um dos trabalhos que deveria realizar dentro da Grande Missão, em que algumas etapas deveriam ser cumpridas e envolviam outros processos, cuja base de estudos se refere aos seis corpos e seus planos de manifestação.

 

Iniciei o ano de 2005 com a publicação de artigos para promover o despertar das consciências e durante sete anos procurei aplica-los de forma didática, compartilhando temas sobre a espiritualidade, relacionamentos e autoconhecimento.

 

Este foi um dos primeiros ciclos da minha missão pessoal. Após sete anos de atividades publicando artigos e atuando nas Operações de Resgate e Cura, a Grande Missão (GM) passou a ser realizada através da orientação e instrução da minha mentora espiritual, a Mestra Nada.

 

E foi esse assunto que publiquei no artigo "ANO VI DA NOVA ERA E A GRANDE MUDANÇA DA HUMANIDADE" onde mencionei as sete etapas programadas dentro da Grande Missão na qual temos desenvolvido nossas aptidões e capacidade de transitar junto à Sociedade Cósmica e Universal, resgatando a nossa essência divina de forma consciente, para consagrar o nosso retorno ao Lar Sagrado.

 

E como será essa manifestação após a consagração da “volta do filho pródigo”?

 

Qual o significado por trás desta nova realidade?

 

Existe a Sociedade Cósmica e Universal?

 

Estas questões foram as bases de nossos estudos dentro da GM, onde abordamos os temas: Quem Somos? De Onde Viemos? E Para Onde Iremos?

 

Os dois primeiros questionamentos envolveram estudos, práticas e vivências durante seis anos e agora, a meta é estarmos aptos para transitar junto a esta Sociedade Cósmica e Universal que é o foco da última questão. Para isto, é preciso a conscientização para se quebrar velhos paradigmas que impedem as pessoas de compreender o processo ascensional.

 

Para retornarmos ao convívio de nossos mestres e mentores é necessário abrir mentes e corações. A realidade da Nova Era é a existência de uma humanidade integrada com a Hierarquia Espiritual, caminhando lado a lado dos mestres que são os nossos mentores e instrutores, assim como foi no passado de nossa existência neste planeta.

 

Esta é a maior conquista humana, resgatar a soberania divina neste orbe terrestre e assim participar da própria Criação, integrando a nossa individualidade no Todo.

 

Desta forma poderemos construir um mundo de paz, prosperidade e abundância. E este é o propósito da GM que fundou a GFH (Grande Fraternidade Humana) através da UTL, a União dos Trabalhadores da Luz.

 

Foi através da GFH que a precipitação da Hierarquia Espiritual na Terra se tornou possível e sua missão é a de promover a expansão da consciência humana para a criação da próxima civilização que será erigida sobre a superfície deste planeta. Os alicerces já estão sendo implantados com a descida ao plano físico dos Avatares da Nova Era.

 

Nos últimos anos a GM desenvolveu uma série de atividades com estudos e práticas nas áreas do conhecimento espiritual que envolveu além da projeção do corpo astral e da projeção da consciência, estudos sobre a mediunidade com trabalhos surpreendentes, onde muitas pessoas descobriram seu potencial interior e seus dons divinos.

 

Em seguida a essas descobertas e revelações, foi possível o desenvolvimento consciente de pessoas que possuíam a capacidade de canalizar, que se tornaram canais efetivos de comunicação entre nós e a Hierarquia Espiritual.

 

Posteriormente foram aprimorados os conhecimentos sobre apometria que ampliou os trabalhos de amparo, resgate e cura de muitas entidades humanas que estavam desencarnadas e perambulando pelo Umbral. E foi nesta fase que os contatos com os mestres, os mentores e os guias espirituais se intensificaram.

 

Para os trabalhos de cura, a GM proporcionou estudos e pesquisas sobre a personalidade humana e sua individualização como entidade espiritual. Junto com os treinamentos sobre projeção, desenvolvemos estudos avançados no campo da telepatia, reencarnação, registro akáshicos, regressão (terapia de vidas passadas), conhecimento sobre o significado do dharma (agenda encarnacional), do karma (causa e efeito – lei da ação e reação) com revelações sobre a espiritualidade e a existência das religiões.

 

Os trabalhos de campo com as operações de resgate foram desenvolvidos sob a condução do Comando Ashtar com o amparo das Filhas de Maria e dos Falangeiros de Miguel nos mergulhos no Umbral. Nestas atividades foram frequentes a ida aos hospitais espirituais com a participação direta nos procedimentos de cura, onde aprendemos a conhecer os mistérios da magia divina ao lado de seres iluminados

 

O trânsito em níveis interdimensionais foram constantes permitindo o avanço do conhecimento prático sobre os mundos existenciais deste Universo manifestado, tudo realizado com o amparo dos mestres e guias espirituais.

 

A conexão com o Eu Superior tem sido a maior atividade desenvolvida dentro dos estudos da GM que envolve todos os aspectos da personalidade humana encarnada, para proporcionar a segurança e a plena conscientização sobre nossas origens. Sem essa conexão é impossível compreender a existência não somente desta consciência superior que é o seu próprio mestre interior e seu mentor, como o avanço no processo ascensional que nada mais é do que o retorno à própria origem.

 

A complexidade que se relaciona à existência de uma Mônada e sua egrégora foi outro conhecimento apresentado durante os estudos nos grupos internos da GM que possibilitou a muitas pessoas entenderem o último dos questionamentos: ‘Para onde iremos?’.

 

O despertar das consciências, o serviço à Luz e o processo de ascensão foram caminhos percorridos nestes últimos seis anos de atividades da GM, que agora entra numa nova fase de descobertas, junto à Hierarquia Espiritual, onde nossos mestres e mentores têm compartilhado seus conhecimentos diretamente conosco.

 

Assim em cima como embaixo, se integra a sociedade humana encarnada com a Sociedade Cósmica e Universal. Somos parte do Todo.

 

Procure refletir sobre a existência desta sociedade humana em nosso planeta com seus governos e nações, povos e culturas e assim, conscientize-se de que há também outra sociedade além do nosso orbe terrestre, o que pode parecer que está bem além da compreensão humana, mas que é tão real quanto como sentir a brisa tocar a face ou como olhar para o sol e sentir o calor que nos aquece.

 

A única verdade que mostra o caminho desta realidade é o Amor.

 

Sem esse Amor não há como se conectar com o divino.

 

E você é um ser divino.

 

 

Este fato foi extensamente narrado no livro Memórias de um Dekassegui publicado no ano passado, onde descrevo os acontecimentos, os contatos com o meu mentor espiritual japonês, Mokiti Okada, fundador da Igreja Messiânica Mundial, e a conexão em projeção de consciência com ele, suas orientações, recomendações e aprendizados que tive pessoalmente com este mestre japonês, inclusive as instruções de muitas das principais atividades da GM como de assistência espiritual, cura e expansão da consciência.

 

Muitas revelações sobre o Plano Divino vieram deste mentor espiritual do Japão. Foi também Mokiti Okada que interviu e me trouxe de volta ao corpo físico quando passei por um processo de EQM em outubro de 1990 no Japão que durou 3 dias em que pude presenciar este fato de forma consciente e lúcida.

 

O caminho material sedimentou os alicerces da organização, planejamento e gerenciamento da estrutura operacional da Grande Missão em sua difusão no plano físico junto aos membros que integraram as atividades da GM e a formação das bases da estrutura organizacional da GFH no nível planetário.

 

A minha experiência no Brasil e no Japão ampliou os conhecimentos e a meta de criar e organizar a fundação da GFH; e promover a difusão mundial através da divulgação de uma nova consciência para o surgimento da civilização da Era de Aquário com uma humanidade mais espiritualizada, realizando assim o que consta na Grande Invocação, a de manifestar o Reino da Luz e do Amor aqui na Terra.

 

Em relação às batalhas umbralinas e sobre a criação do CAD (Comando Águia Dourada) é necessário o conhecimento na arte da guerra e o acesso aos registros akáshicos onde está o conhecimento da arte militar e que foi descrita na atuação de uma alma guerreira revelada no livro Guerreiro da Luz. As táticas ninjas e a metodologia do Iaidô aplicada por um espírito samurai fez a diferença na guerra cósmica e universal vencida pelo CAD nos combates diretos e corpo a corpo contra os Impérios Intergalácticos não confederados. O Bushidô foi a prática diária durante todos os conflitos e especialmente ao longo das atividades da GM.

 

É importante a conscientização sobre esta jornada da GFH desde a realização dos 12 Atos que fundamentaram a sua criação e reconhecimento, e posteriormente, a escalada de guerras declaradas contra a Missão Crística da GM e da GFH que ocasionaram danos e atrasos na programação original, mas agora, finalmente é possível reiniciar todas as atividades interrompidas.

 

O Decreto Oficial da Intervenção Divina do Pai Primordial para a realização do Projeto Terra é o novo “Momentum” da Criação. Toda e qualquer intervenção maligna e anticrística contra essa Grande Missão terá na aplicação da Lei do Retorno outro aspecto decisivo que tem efeito instantâneo até no nível da materialidade física. O Mal está extinto nas consciências espirituais.

 

A atenção agora é com as consciências físicas, ainda incapazes de compreender a dimensão do Grande Evento da Superlua ocorrido no Festival de Wesak 2021.

 

A Missão Paz na Terra é oficialmente consagrada como de importância fundamental para a implantação definitiva da Grande Fraternidade Humana da Terra e sua real reintegração no nível da consciência física com a Sociedade Cósmica e Universal, promovendo dessa forma como consequência a integração plena com todos os nossos irmãos estelares e iniciando a colaboração mútua da construção de uma nova civilização terrestre reinserida dentro da Criação participando da vida além da órbita do planeta Terra.

 

No dia 03/06/2021 será hasteada a Bandeira Crística em todo o planeta pela Humanidade através de consciências individuais, grupais e coletivas que formam a Família Humana na Terra composta por seres da raça humana crística, implantando definitivamente o Plano Divino da Lei do Amor e da Luz Crística em toda a Humanidade.

 

Assim seja e se cumpra!

 

Em Luz e Amor,

Paz em Cristo!

Shima.

Namastê.

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Gratidão profunda.


 


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Saiba mais sobre a GFH:

 



GRANDE FRATERNIDADE  HUMANA

 

ESTATUTO SOCIAL

 

CAPÍTULO 1

DA DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, FILIAIS, PRINCÍPIOS NORTEADORES E FINS

 

SEÇÃO I

Da Denominação e Duração

 

Artigo 1° - A GRANDE FRATERNIDADE HUMANA (GFH), também denominada GRANDE FRATERNIDADE HUMANA DA TERRA, é uma associação civil de direito privado, beneficente, filantrópica, ambiental, assistencial, educacional, filosófica, recreativa, cultural, esportiva, de proteção e defesa civil, apolítica, apartidária, anti-sectária, ecumênica, espiritual universalista e altruística, sem fins econômicos, de duração indeterminada, fundada em 25 de abril do ano de 2015, na cidade de Águas Lindas de Goiás, Estado de Goiás, Brasil, pelo terapeuta, escritor e instrutor Ernesto Shimabuko. Iniciando suas atividades na data do registro deste ESTATUTO SOCIAL, no órgão competente,

 

§ 1° - As expressões GFH, Entidade e Instituição, usadas neste Estatuto, são

referentes e equivalentes  à denominação Grande Fraternidade Humana e/ou Grande Fraternidade Humana da Terra.

 

§ 2° - A GFH tem como logomarca e significados aqueles constantes no ANEXO 1 do presente estatuto, de acordo com a descrição no Parágrafo Único.

 

§ 3° - Domínios de internet registrado, válido e reconhecido para o site da GFH:   https://sites.google.com/view/grandefraternidadehumana

 

SEÇÃO lI

Da Sede e Filiais

 

Artigo 2° - A Grande Fraternidade Humana tem sua Sede Central provisória e Foro na Rua 33, Quadra 78, Conjunto A, Lote 1-C, Setor 12 - Parque da Barragem, Cidade de Águas Lindas de Goiás, Estado de Goiás, Brasil, CEP: 72.910-364, e pode abrir Filiais em qualquer parte do território brasileiro, atendida a legislação em vigor.

 

Parágrafo Único - A GFH pode criar Instituições/Entidades Representativas em outros países e/ou território estrangeiro. Não será também feita nenhuma distinção fundada na condição política, jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa, quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania, desde que seja regida pelo presente Estatuto Social e mediante a aprovação prévia da Assembleia Geral da GFH.

 

Seção IlI

Dos Princípios Norteadores e dos Fins

 

Artigo 3° - São princípios norteadores de ação da GFH:

 

a) Incentivar e promover os preceitos do Amor Crístico Universal com  o compromisso sagrado de zelar, proteger, sustentar, expandir e difundir a Luz e o Amor em nosso planeta e em todas as relações universais com as quais estivermos interligados através das práticas das corretas relações entre toda a Humanidade, onde todas as ações de pensamentos, sentimentos e atitudes serão regidas pelas Leis Divinas e pela Cosmoética vigente em nosso Universo Manifestado, cujas essências serão sustentadas pelo Amor, Compreensão, Compaixão, Respeito e Misericórdia entre todas as Emanações de Vida em nosso planeta e em todas as esferas de Vida existentes no Plano Universal da Criação, fortalecendo a expansão de nossas consciências até que abarque todas as consciências divinas na totalidade dos reinos da Criação;

b) postura ética das entidades filiadas, marcadas pelo princípio da cooperação, reciprocidade e justiça;

c) construção da cidadania;

d) garantia das liberdades fundamentais da pessoa humana;

e) compromisso de fidelidade com o estado democrático de direito;

f) todas as ações da GFH são desenvolvidas tendo por base a Consciência do Cidadão Universal, que visa à promoção do ser em sua totalidade (espírito biopsicossocial).

Artigo 4° - A GFH é uma Obra de Solidariedade Universal e exerce suas atividades,

por intermédio dos seus Órgãos Constitucionais, sem quaisquer preconceitos e discriminações, sejam de religião, corrente  filosófica,  ideológica,  política,  científica, condição socioeconômica, gênero, etnia, orientação sexual, cor, bem como a pessoas portadoras de deficiências - PPDs, e tem por finalidade:

I.    Incentivar iniciativas de promoção humana, social e espiritual, além de promover e preservar a formação cívica, a consciência ética, o patrimônio histórico-cultural e espiritual da Humanidade;

II. prestar assessoria, assistência e apoio, educacional, pedagógico, psicossocial e terapêutico às crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, às suas respectivas famílias e aos seus educadores,

IlI. criar e manter, diretamente ou através de convênios e contratos de parceria firmados com instituições públicas e/ou privadas, nacionais e/ou estrangeiras, escolas e cursos de formação, treinamento, aperfeiçoamento e/ou capacitação para educadores e outros profissionais das áreas de atuação da instituição, para prepará-los para o trabalho visando o desenvolvimento pleno e integral do ser humano, promovendo a valorização do ser humano, o respeito à natureza, aos bens comuns e a integração da comunidade através de atividades, eventos sociais, culturais, educacionais, recreativos, desportivos, filantrópicos, beneficentes e outros, bem como, desenvolver e implantar programas e projetos socieducativos, das mais diversas naturezas, voltados à família e indivíduos (crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos), que venham atender às necessidades locais, nas unidades socieducacionais criadas e/ou mantidas pela GFH;

IV.       criar e/ou manter centros comunitários, educacionais e culturais: creches, escolas de educação infantil, de ensino fundamental e médio; ensino superior;

V.        criar com seus próprios recursos e/ou em convênio ou parcerias com entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, escolas experimentais, escolas especiais com cursos regulares e/ou suplementares de educação regular e/ou especial e/ou de profissionalização para crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, priorizando sempre as que se encontram em situação de vulnerabilidade social, buscando oferecer-lhes todas as condições para o desenvolvimento pleno de sua criatividade, habilidades e potencialidades para que possam assim contribuir para a evolução e o progresso da humanidade;

VI.       desenvolver sistemas educacionais específicos visando promover além da alfabetização e da educação, o desenvolvimento de toda a criatividade, habilidades e potencialidades e, principalmente, a autossuficiência, o auto respeito, a autoestima e a consciência de cidadania de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos;

VII.      implantar estruturas produtivas para a profissionalização através da criação de oficinas de artes, oficinas técnicas, laboratórios, campos de cultivo e outras estruturas apropriadas;

VIII.     criar escolas, cursos, palestras e grupos de estudos para a conscientização e orientação dos pais de crianças e adolescentes especiais, superdotados ou com altas habilidades, quanto às características destas crianças e adolescentes, a melhor forma de educá-las e de promover a integração destas na família, escola e comunidade;

IX.       articular-se com instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, visando o intercâmbio de ações no interesse das crianças e dos adolescentes especiais, superdotados ou com altas habilidades, de suas famílias e/ou populações  carentes;

X.        oferecer serviços de proteção social gratuito e permanentes aos usuários da Assistência Social e a quem dela necessitar, mediante conhecimento dos riscos, das vulnerabilidades sociais e pessoais a que estão sujeitos, de forma planejada, diária e sistemática, não se restringindo apenas à distribuição de bens, benefícios e a encaminhamentos, dando, assim, cumprimento à sua missão: Promover Educação e Cultura, com Espiritualidade, para que haja Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos, na formação do Cidadâo Universal;

XI.       promover a difusão dos artigos contidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, garantindo essas prerrogativas de cada indivíduo, bem como o conscientizando de seus deveres para com a sociedade;

XII. promover estudos e pesquisas visando resgatar, codificar e divulgar os conhecimentos em geral dos povos nativos (indígenas e quilombolas), principalmente na área de xamanismo e medicina nativa e natural, promovendo sempre a defesa e a proteção destes povos nativos e de seus direitos, costumes, culturas, tradições, recursos naturais e de suas formas de subsistência;

XIII.     desenvolver projetos e realizar estudos e pesquisas, buscando criar novos conceitos, métodos, técnicas e tecnologias, limpas, alternativas e autossustentáveis, que promovam uma nova consciência, mais humana e em perfeita harmonia com a natureza, nos setores de educação, saúde, terapias alternativas, meio ambiente, moradias e edificações, móveis e utensílios, saneamento básico, produção de energias limpas e/ou de energias renováveis, agricultura natural e orgânica, alimentação natural, vestuário, artesanato, artes e decoração, produção de ervas, plantas medicinais e fitoterápicos e outros, buscando oferecer assim melhores condições para o desenvolvimento das habilidades e potencialidades das crianças, jovens, adultos e idosos, contribuindo para a melhoria do seu bem estar, da sua qualidade de vida e da humanidade em geral.

XIV.    promover e desenvolver ações de proteção, preservação, conservação ambiental e desenvolvimento sustentável; e desenvolver estratégias e tecnologias adequadas para o uso racional e sustentável dos recursos naturais mediante a fomentação e/ou desenvolvimento de estudos, pesquisas e tecnologias que visem à melhoria das condições de saneamento, redução da poluição, conservação, recuperação dos recursos naturais e da qualidade  de vida dos seres vivos.

XV.     editar, publicar, divulgar e promover obras, livros, coleções, revistas, boletins periódicos, apostilas e outros documentos, por mídia escrita e/ou eletrônica, relativos à sua área de atuação, visando o cumprimento de suas finalidades, para o aprimoramento humano, social, mental, intelectual, moral e espiritual da Humanidade em geral;

XVI.    apoiar, manter, promover e divulgar, a critério da Diretoria, as atividades culturais, educacionais, espirituais, morais, filosóficas, científicas e quaisquer outras, exercidas por instituições congêneres, sejam quais forem as religiões, filosofias e ideologias a que estejam vinculadas com base no princípio "mens sana in corpore sano";

XVII.   executar serviços de radiodifusão educativa que lhe forem outorgados pelo Governo Federal, para divulgação de mensagens culturais, informativas, jornalísticas e recreativas, de conformidade com os princípios estatuídos no artigo 221 da Constituição Federal e observados os preceitos do ordenamento jurídico em vigor, de forma a propiciar a consecução dos objetivos desta Instituição;

XVIII.  na busca do desenvolvimento social do Ser Humano e das comunidades, pelo prisma dos princípios da Solidariedade Universal e do Espiritualismo, a Grande Fraternidade Humana promoverá fóruns, seminários, palestras e encontros em geral, mantendo, sempre que possível espaços ecumênicos para esta finalidade;

XIX.    Criar e manter, diretamente ou através de convênios e contratos de parceria firmados com instituições públicas e/ou privadas, nacionais e/ou estrangeiras, unidades comerciais e de prestação de serviços, como lojas para a venda de produtos naturais e dos produtos hortifrutigranjeiros produzidos pela instituição, lojas para a venda de artesanato e outros produtos produzidos pelos alunos nas oficinas técnicas, de artes, design e fotografia, restaurantes vegetarianos e outras, visando à arrecadação de fundos e recursos para a manutenção da instituição;

XX.     promover e incentivar a comercialização justa através da solidariedade entre indivíduos, agregando valor cultural, respeito e princípios humanitários.

XXI.    criar, manter e promover clínicas de saúde visando oferecer serviços médicos, terapêuticos, ambulatoriais e odontológicos apropriados;

XXII.   implantar programas que promovam ações básicas de saúde e nutrição, para o desenvolvimento integral de crianças, jovens, adultos e idosos.

XXIII.  criar e manter, diretamente ou através de convênios e contratos de parceria firmados com instituições públicas e/ou privadas, nacionais e/ou estrangeiras, abrigos para crianças, adolescentes e/ou casas de repouso para idosos, oferecendo-lhes, abrigo, educação e assistência médica, odontológica e terapêutica, visando  promover o seu desenvolvimento  como cidadãos e a sua integração à sociedade;

XXIV.  criar e estimular os seus associados a criarem comunidades rurais autossustentáveis, que funcionarão no sistema de cooperativas onde todos os trabalhos serão executados, prioritariamente, na forma de mutirão com a participação de todos os seus integrantes e voluntários visando à produção de seus próprios produtos e alimentos naturais.

XXV.   promover e executar ações de prevenção à calamidades públicas oriundas de desastres naturais, desastres antropogênicos  associados  a  eventos hidrológicos, mudanças climáticas, tempestades (ventanias,  raios e granizos), deslizamentos de encostas, terremotos, tornados, vulcões, estiagem e erosão.

XXVI .contribuir com políticas públicas  de  desenvolvimento  sustentável considerando os perigos existentes e os planos para redução dos riscos;

XXVll.promover a consciência para a redução de exposição a perigos através de capacitação técnica coletiva e/ou individual, através de parcerias com instituições que possam se contrapor a estes perigos e danos;

XXVlll.promover e contribuir com ações emergenciais de enfrentamento de riscos decorrentes de desastres naturais;

XXIX.  participar da Formulação, acompanhamento e avaliação das Políticas e Diretrizes Municipais, Estaduais e Nacional de Proteção e Defesa Civil;

XXX.   buscar provimento eficaz e eficiente das ações de Proteção e Defesa Civil, visando o pleno atendimento dos anseios da sociedade para manutenção  da normalidade  social;

XXXl.promover e intensificar a aproximação com órgãos  da  Administração Municipal, Estadual e Federal pertinentes, visando integração de esforços, no sentido do exercício de sua representatividade política e jurídica;

XXXll.promover intercâmbio com organizações  nacionais e internacionais, visando o aprimoramento através de capacitação técnica de seus integrantes e região;

XXXlll.viabilizar  estudos e pesquisas  interdisciplinares  na área de Prevenção, Preparação, Resposta e Reconstrução das áreas afetadas por calamidades;

XXXIV.apoiar  a Coordenação  Municipal,  Estadual e  Nacional de Proteção de Defesa Civil, nas áreas de atendimento a grandes sinistros em âmbito Municipal, Estadual e Nacional;

XXXV.desenvolver ações conjuntas e unificar práticas de sucesso através dos órgãos Municipais, Estaduais e Nacional de Proteção e Defesa Civil;

XXXVl.indicar representantes nos Conselhos, nas Comissões, nos grupos de trabalho, nas Audiências Públicas e outros eventos promovidos em âmbito Municipal, Estadual e Nacional, nas suas áreas de atuação;

XXXVll.incentivar a preservação, o resgate e o restauro do patrimônio histórico, cultural, paisagístico e ambiental, mediante o aprimoramento, a qualificação e o aperfeiçoamento técnico de artistas e profissionais da área;

XXXVlll.  promover, realizar, divulgar pesquisas, estudos, organizar documentação e desenvolver projetos aplicados à promoção, defesa da conservação do patrimônio histórico, artístico, ambiental, paisagístico e cultural material e imaterial, além da promoção de intercâmbio com outras organizações e entidades nacionais e internacionais para a realização de estudos e pesquisas em diversas áreas  do saber, relativas às suas atividades, bem como a divulgação turística dos equipamentos e apoio ao segmento turístico, com a realização de atividades de defesa e promoção;

XXXIX.  desenvolver  projetos  de  cunho  cultural  e  artístico  em  geral  podendo, inclusive, promover estudos e pesquisas que objetivem alterar prédios do interesse histórico e artístico nacional, realizando obras de construção ou reforma de acordo com as exigências  do  Patrimônio  Histórico e Artístico  Nacional,  emitindo,  ainda, certificados que atestem a conservação das características originais dos imóveis;

XL. promover,  organizar,  produzir,  divulgar  e participar  de eventos  e campanhas nacionais e internacionais  de apoio e defesa do patrimônio histórico, ambiental e cultural e dos direitos dos povos;

XLI. investimento permanente na qualificação de seus associados nas áreas de ação da GFH, viabilizando a estes últimos benefícios como bolsas de  estudo, cursos, participação em eventos, congressos, mostras e festivais de arte e cultura, viagens de cunho institucional no Brasil e ao exterior, desde que tais investimentos resultem em benefícios à entidade e ao corpo associativo;

XLll. promoção de atividades teatrais e em outros suportes midiáticos (ensaios, apresentações, oficinas, festivais, entre outras) voltadas para o estudo e a difusão pública de textos literários clássicos, contemporâneos e vanguardistas da cultura universal;

XLlll. o apoio, a colaboração com e a participação em políticas públicas, privadas e mistas, nacionais e internacionais de fomento à leitura e à difusão do conhecimento, por meios próprios ou mediante parcerias, colaborações, contratos, acordos e convênios com terceiros, em caráter oneroso ou não;

XLIV. o apoio, a colaboração com e a participação em políticas públicas, privadas e mistas, sejam nacionais ou internacionais de fomento ao software livre e de código aberto e ao licenciamento, distribuição e circulação livre de ativos culturais;

XLV. apoio e o fomento a artistas plásticos, atores teatrais, compositores, músicos, fotógrafos, escritores, historiadores, lingüistas, professores e congêneres, mediante projetos colaborativos, propostas de parcerias, convergências em projetos próprios da associação ou fomento, tutela e co-organização de projetos de terceiros e dos membros da GFH.

 

SEÇÃO IV

Do Desenvolvimento dos Programas, Projetos e Campanhas

 

Artigo 5° - A GFH desenvolverá, no exercício do ano civil, programas, projetos e campanhas que se façam necessários ao bom atendimento à sociedade e seus associados. Para isto a GFH poderá inclusive:

 

a) celebrar convênios, acordos e contratos de parceria e/ou cooperação com instituições públicas ou privadas, nacionais e/ou estrangeiras, visando o cumprimento de suas finalidades;

b) estimular sempre a união, a solidariedade, a fraternidade e a participação dos sócios na execução das obras comuns, visando à consecução dos objetivos da instituição. A instituição se manterá sempre nos moldes de uma coletividade, priorizando o trabalho em grupo e sempre que possível, na forma de mutirões;

e) promover campanhas beneficentes e de ajuda humanitária no sentido de colaborar com obras de outras entidades assistenciais e filantrópicas.

 

(...)

 

O Estatuto Social da GFH é composto de 8 Capítulos e 65 Artigos que estão disponíveis na página do Grupo Amigos da GFH.

 

No dia do primeiro aniversário da GFH foi encaminhado ao Oficial do Registro de Títulos e Documentos no Cartório de 1º Ofício de Águas Lindas de Goiás a Ata de Fundação da GFH, sendo deferido no mês seguinte, cujo Estatuto Social foi registrado sob o Nº: R-678, Protocolo 1.996, Livro A-37, Folhas 125 a 155.

 

E no prosseguimento da legalização das atividades da GFH foi efetuado o registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica junto à Receita Federal do Brasil, efetivada no dia 27/07/2016. Neste ato, a GFH foi inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) sob o nº 25.318.828/0001-13, pela Receita Federal do Brasil no dia 27/07/2016, como uma Organização Social - Cód. 330-1 de direito privado, sem fins lucrativos, com atividade principal código número 94.30-8-00, cumprindo assim todos os procedimentos iniciais para o seu pleno funcionamento de forma legal de acordo com as legislações vigentes no país.

 

No Regimento Interno da GFH consta o sistema de voluntariado, que consideramos uma forma de aprimoramento da condição humana, nos elevando dentro do propósito de servir com amor, como verdadeiros cidadãos. O espírito de solidariedade é cultivado a todo o momento e isto, é a essência que precisamos expandir em nossa jornada como seres divinos na Terra.

 

Para se ter uma ideia do que é voluntariado que inclusive, aplicamos na GFH, é assim definido pela legislação:

 


NOÇÕES DE VOLUNTARIADO 

Fonte: Defesa Civil de Mato Grosso

 

Trabalho voluntário - Não é obrigação. Não pode ser motivado por sentimento de culpa. Experiência espontânea, alegre, prazerosa, gratificante.

 

Via de mão dupla - O voluntário doa sua energia, tempo e talento - Ganha em troca: contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidades de viver outras situações, aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.

 

Cada um é voluntário a seu modo - Alguns são capazes individualmente de identificar um problema, arregaçar as mangas e agir. Outros preferem atuar em grupo. Não há fórmulas nem receitas a serem seguidas.

 

Voluntariado é escolha - Cada um contribui, na medida de suas possibilidades, com aquilo que sabe e quer fazer. Uns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana. Alguns sabem exatamente onde ou com quem querem trabalhar. Outros estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade for mais urgente.

 

Cada compromisso assumido, no entanto, é para ser cumprido.

 

Legislação Lei do Voluntariado nº 9.608 Criada em 18 de Fevereiro de 1998.

 

Legislação - Art. 1º - Considera-se serviço voluntário, para fins desta Lei, a atividade não remunerada, prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza ou instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, inclusive mutualidade.

 

Parágrafo único - O serviço voluntário não gera vínculo empregatício nem obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim.

 

Legislação - Art. 2º - O serviço voluntário será exercido mediante a celebração de termo de adesão entre a entidade, pública ou privada, e o prestador do serviço voluntário, dele devendo constar o objeto e as condições do seu serviço.

 

Legislação - Art. 3º - O prestador do serviço voluntário poderá ser ressarcido pelas despesas que comprovadamente realizar no desempenho das atividades voluntárias.

 

Parágrafo único - As despesas a serem ressarcidas deverão estar expressamente autorizadas pela entidade a que for prestado o serviço voluntário.

 

Legislação - Art. 4º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º Revogam-se as disposições em contrário

 

Voluntariado na Defesa Civil

 

Segundo a Lei Federal Nº 12.608, de 10 de Abril de 2012, consta no “Art. 18 - Para fins do disposto nesta Lei, consideram-se agentes de proteção e defesa civil;(...) Inciso  IV - os agentes voluntários, vinculados a entidades privadas ou prestadores de serviços voluntários que exercem, em caráter suplementar, serviços relacionados à proteção e defesa civil”.

 

No dia 30/06/2017, concluímos o curso como Voluntários da Defesa Civil em Barra do Garças, MT. Aqueles que lerem o nosso Estatuto da GFH – Grande Fraternidade Humana da Terra vai poder tomar ciência que no Capítulo I, Seção III, Artigo 4º, Ítens XXV a XXXVI, estão elencadas as finalidades relacionadas à área de Proteção, Defesa Civil e Meio Ambiente.

 

Se você tiver o interesse de ser um voluntário nesta área, a formação abrange noções de primeiros socorros, noções de combate a princípio de incêndio, de Defesa Civil e de Atendimento ao Público. É a mesma da formação da Brigada de incêndio, com certificação oficial, válida para o mercado e trabalho, perfazendo 12 horas.

 

 

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