_______
Translate
domingo, 14 de junho de 2026
SÉRIE: SOLO SAGRADO DO BRASIL
SOLO SAGRADO DO BRASIL – A TERRA ESCOLHIDA PARA ANCORAR A LUZ
Saudações da Luz,
Há locais que não foram escolhidos pelos homens. Foram preparados antes que os homens chegassem, antes que as fronteiras fossem traçadas, antes que os nomes fossem dados, antes que qualquer mão humana tocasse esta terra com intenção de posse.
Existem territórios cuja função não foi decidida em nenhuma capital, em nenhum conselho humano, em nenhum momento da história que os livros registram. Foram designados em um nível de realidade que precede toda história e o que foi inscrito nesse nível não se apaga com o tempo, não se negocia com o poder e não se dissolve com a ignorância de quem passa por cima sem perceber o que pisa.
O Brasil é um desses territórios.
Não é possível compreender o Brasil olhando apenas para sua superfície — sua extensão geográfica, sua diversidade cultural, sua história política. Tudo isso é real, mas é a camada mais fina do que este solo é. Por baixo de tudo que os mapas mostram e os livros contam, há algo que antecede qualquer dado humano: Uma função cósmica, uma missão inscrita nas camadas mais profundas da Criação, que este território carrega como um organismo vivo carrega seu DNA. Invisível, mas absolutamente determinante de tudo que aqui ocorre.
Quem já pisou descalço neste chão ao amanhecer — qualquer chão brasileiro, de qualquer estado, de qualquer bioma — e prestou atenção ao que o corpo sente antes que a mente comece a classificar, já teve contato com essa realidade. Não como conceito. Como sensação. Como um "peso" diferente sob os pés, como se a terra empurrasse de volta com uma intenção. Isso não é poesia. É percepção de algo real, que a maioria das pessoas não foi ensinada a reconhecer mas que o corpo, mais honesto que a mente, registra com precisão.
Este artigo existe para dar nome ao que muitos já sentiram sem conseguir nomear.
O que Torna um Solo Sagrado
A sacralidade de um território não é uma qualidade que os homens conferem a ele. É uma qualidade que os homens reconhecem — ou deixam de reconhecer, de acordo com o grau de abertura de sua percepção. Um templo não é sagrado por suas paredes ou por sua arquitetura. É sagrado pela frequência que o habita, pela intenção que o sustenta e pela consciência que, ao longo do tempo, foi depositada naquele espaço como se deposita ouro em um cofre. Da mesma forma, o que faz de um solo sagrado não é uma declaração humana — é uma função real, exercida em planos que transcendem o visível, que aquele território cumpre dentro da estrutura mais ampla da vida planetária.
O Solo Sagrado do Brasil cumpre essa função em múltiplos níveis simultaneamente. No nível mais denso, o físico, este território abriga a Amazônia — que o olhar apressado do mundo reduz à função de regulador climático, mas que é, em sua natureza mais precisa, o coração vivo de Gaia. Não como metáfora — como realidade funcional. As frequências que habitam aquelas florestas sustentam o campo energético do planeta de uma forma que nenhuma ciência convencional ainda mapeou completamente, mas que qualquer pessoa que tenha entrado de verdade naquelas matas reconhece imediatamente: há algo ali que é mais vivo do que qualquer definição de vida que conhecemos. As águas que nascem neste ventre percorrem a Terra como sangue percorre um corpo — nutrindo, equilibrando, mantendo a homeostase de um organismo que é o planeta inteiro.
Mas o que faz do Brasil um Solo Sagrado não se limita à Amazônia. Estende-se por toda a extensão deste território em formas que variam de região para região, mas que mantêm uma coerência fundamental: este solo é um campo de convergência. Um ponto onde correntes distintas — energéticas, culturais, espirituais, raciais — se encontram e se fundem sem se destruir. E isso, que parece apenas um fato sociológico, é na verdade a expressão física de uma função espiritual muito específica.
O Brasil foi preparado para ser o lugar onde o que estava separado se une. Não pela força, não pela imposição de uma identidade única sobre todas as outras, mas pela capacidade genuína de conter a multiplicidade sem perder a coesão.
O povo que nasceu dessa fusão de séculos carrega isso no corpo e no coração — a aptidão rara de amar o diferente sem precisar transformá-lo em igual, de absorver sem dissolver, de reunir sem apagar. Esse dom não é apenas humano e cultural. É espiritual em sua origem e em sua função. É a chave que este solo oferece ao mundo — e que o mundo ainda está aprendendo a reconhecer.
A Grade Energética e o Papel do Brasil no Campo Planetário
Para compreender a importância do Solo Sagrado do Brasil é preciso expandir a perspectiva além do que os olhos físicos alcançam. A Terra não é apenas um planeta físico. É um organismo vivo com estruturas energéticas que operam em camadas que interpenetram e sustentam o mundo material — assim como o corpo humano tem seus sistemas circulatório, nervoso e linfático operando simultaneamente por baixo da superfície da pele.
A Terra tem seus próprios sistemas equivalentes, e eles são tão reais quanto qualquer estrutura física — apenas inacessíveis aos instrumentos que a ciência convencional construiu até aqui.
Dentro dessa estrutura, há pontos nodais — lugares onde as linhas de força do campo planetário se cruzam e se concentram, criando focos de potência que influenciam regiões inteiras ao redor.
O Brasil abriga um desses nós — e não um secundário. Abriga um dos pontos de força mais estratégicos do planeta neste momento da história da Terra. Um ponto que, quando ativado em sua plenitude, irradia uma frequência capaz de alterar o campo de consciência de continentes inteiros.
Desde 2012, quando a Grande Missão foi formalmente instaurada, o trabalho de ativação desse nó entrou em uma fase sem precedentes. O Comando Águia Dourada e o Comando Ashtar Sheran conduziram operações em camadas sutis deste território cujo escopo a maioria dos observadores humanos não tem instrumentos para avaliar — mas cujos efeitos começaram a se manifestar no plano concreto de formas que quem tem olhos para ver reconhece. O Brasil não é o epicentro dessas operações por acidente geográfico. É o epicentro porque aqui está o nó. Porque aqui está o campo. Porque foi aqui que o Plano Divino do Pai Micah designou o ponto de maior concentração de força para esta fase da jornada planetária.
Isso significa que o que acontece no Brasil — no campo espiritual do Brasil, na consciência do povo brasileiro, no grau de despertar dos corações que habitam este solo — tem consequências que ultrapassam as fronteiras do país de formas que a geopolítica humana não consegue medir.
Cada coração que desperta aqui fortalece um campo que serve ao planeta inteiro. Cada frequência de Luz que é ancorada neste solo irradia para além de qualquer limite físico. Cada ato de consciência, de compaixão, de serviço genuíno praticado neste território alimenta uma grade que sustenta a vida espiritual de regiões que nunca ouviram falar do Brasil.
Esta é a magnitude do que está em jogo aqui. E é por isso que este solo foi, e ainda é, tão disputado.
A Batalha pelo Campo
Há uma lei que se aprende não nos livros, mas na experiência direta de quem desperta: onde há potencial genuíno, há resistência proporcional. Não como punição — como consequência natural. A sombra não desperdiça recursos com o que não tem importância. Ela investe onde o retorno é maior. E o Brasil, por carregar o nó de força que carrega, foi alvo de um investimento da sombra que poucos territórios receberam com a mesma intensidade e sofisticação.
Durante décadas, forças que operam simultaneamente no plano sutil e no plano concreto trabalharam com paciência e precisão para manter este solo abaixo de sua frequência natural.
A corrupção que se instalou nas estruturas do país, o esvaziamento progressivo da identidade nacional, a fragmentação dos laços que sustentam famílias e comunidades — esses fenômenos não foram acidentes históricos nem apenas expressões de fragilidades humanas comuns. Foram consequências de uma estratégia consciente de enfraquecimento de campo. Porque um povo fragmentado em sua identidade não consegue funcionar como nó de força de uma grade espiritual. Um povo que aprendeu a desacreditar de sua própria profundidade interior perde o acesso à única fonte de transformação que é real e duradoura.
A forma mais sofisticada dessa estratégia não se apresentou com rosto de dominação. Apresentou-se com linguagem de libertação. Semeou, com precisão e paciência, através dos sistemas de formação da consciência coletiva — as escolas, as universidades, os meios de comunicação, as estruturas culturais — a ideia de que o sagrado é ilusão, de que a interioridade é obstáculo, de que a identidade é prisão a ser superada. Construiu, tijolo a tijolo, uma visão de mundo que eliminava sistematicamente tudo que conecta o ser humano à sua dimensão mais profunda e, ao fazê-lo, desconectava um povo inteiro do campo que é sua maior força e sua maior responsabilidade.
Um povo que não acredita em sua própria alma não consegue sustentar a frequência de sua missão. Esse é o mecanismo. E ele foi aplicado aqui com uma eficiência que levou décadas para ser reconhecida — porque se disfarçou muito bem de progresso.
Mas o espírito do povo brasileiro resistiu. E resistiu não porque foi mais inteligente que a estratégia — mas porque há algo inscrito neste povo que nenhuma engenharia de consciência alcança, porque sua raiz está em camadas anteriores a qualquer estratégia humana ou anti-humana.
O brasileiro ora. Mesmo sem saber exatamente a quem ou a quê, estende as mãos para algo maior e pede com o coração aberto. Chora com uma profundidade que outros povos perderam o acesso. Ri com uma frequência que o mundo reconhece como graça genuína. E recomeça — não por ingenuidade, mas por uma certeza que não vem da mente e por isso não pode ser desmantelada pelos argumentos da mente.
Essa certeza é memória. É o registro, guardado em algum lugar que precede qualquer vida individual, de que este chão tem missão. De que este povo foi convocado. De que o caminho, por mais longo que seja, tem destino.
A Grande Fraternidade Humana da Terra, fundada em 2015, veio dar estrutura visível a esse campo invisível que o povo brasileiro já sustentava de forma intuitiva. Ela é o Brasil que não aparece nos noticiários — o Brasil que faz vigília, que decreta, que ancora Luz sobre este território nas noites mais difíceis, que mantém o campo quando tudo parece pressionar para o colapso.
E a partir de 2015, a Lei do Retorno — que opera sem pressa e sem misericórdia para com a ilusão, devolvendo a cada força o resultado preciso do que semeou — começou a agir de forma visível sobre o que havia sido construído nas sombras. O que estava oculto começou a emergir. O que havia sido protegido por décadas de silêncio forçado começou a falar. Sistemas que pareciam invulneráveis começaram a mostrar suas fissuras. Não porque algum herói humano isolado os derrubou — mas porque a Luz ancorada neste solo tornou crescentemente impossível a permanência das trevas em sua forma concentrada. A exposição não foi julgamento humano. Foi consequência de campo.
O Pai Micah e o Comando Ashtar Sheran jamais abandonaram este território. Enquanto as batalhas se travavam nos planos invisíveis, a presença atuante sobre este solo foi constante — e quem tem o coração suficientemente quieto para perceber o que não é visível reconhece essa presença não como crença, mas como contato.
Como a sensação, que muitos brasileiros conhecem sem saber nomear, de que mesmo no caos há algo que sustenta. Mesmo na queda, algo ampara. Essa sensação não é ilusão consoladora. É percepção de uma realidade que está aqui, operando, independente de ser reconhecida.
O Marco de Junho de 2025 e o que ele Significa
Em 19 de junho de 2025, algo aconteceu neste solo que não tem equivalente na história espiritual moderna. O hasteamento da Bandeira Crística — o estandarte do Cristo, expressão viva da Chama Trina e da soberania do Pai Micah — foi um ato de ancoragem vibracional com ressonância simultânea em todas as dimensões. Não foi gesto simbólico. Foi declaração de campo. Foi a formalização, no plano físico mais denso, de algo que já estava em processo nos planos sutis há anos — mas que precisava, para completar seu ciclo de manifestação, tocar a terra. Literalmente.
O que foi plantado naquele dia tem raízes que atravessam dimensões. O Solo Sagrado do Brasil tornou-se, a partir daquele instante, um eixo da Verdade Crística manifestado no plano físico da Terra de forma definitiva e irreversível. Isso não é afirmação grandiosa — é descrição de uma mudança de estado que, como toda mudança de estado real, começou antes de ser visível e continuará depois de ser compreendida. Os próximos séculos revelará a plenitude do que foi instaurado naquele dia. Mas os efeitos já começaram — e quem tem sensibilidade para perceber campos já os sente.
O Ninho das Águias, espaço físico de ancoragem da Grande Missão, é a expressão concreta mais precisa do que o Solo Sagrado do Brasil é na sua função: um lugar onde a intenção de que Céu e Terra se encontrem não é aspiração, mas prática. Não é desejo, mas realidade mantida em presença constante. E o que um lugar assim irradia não fica contido em seus limites físicos — expande, pelo campo, para além de qualquer fronteira que o olho veja.
A Nova Civilização Nasce Aqui
A Nova Era não descerá sobre o mundo de forma uniforme. Ela brotará de pontos específicos — focos de condensação onde a consciência coletiva amadureceu o suficiente para sustentar uma frequência de vida que ainda está além da compreensão da maioria, mas que o coração reconhece imediatamente quando experimenta. O Brasil é um desses focos. O mais estratégico do hemisfério sul. O mais aguardado pelos que acompanham, de planos que não aparecem em nenhum mapa humano, o avanço da Luz sobre a Terra.
A vocação brasileira para este momento não tem raiz política nem econômica. Tem raiz civilizatória — no sentido mais profundo, mais antigo e mais verdadeiro da palavra. O que o Brasil está sendo chamado a demonstrar é que outra forma de habitar a Terra é possível: integrada com a natureza que a sustenta, integrada com o próximo que a habita, integrada com as dimensões da existência que o mundo moderno decidiu ignorar mas que nunca cessaram de ser reais. Não é um modelo a ser exportado como se exporta tecnologia. É uma experiência a ser vivida aqui primeiro — para que depois, como toda frequência genuína, ressoe em ondas que o mundo sente sem necessariamente ver a origem.
Os povos originários que guardam o conhecimento ancestral deste território não são relíquias a serem preservadas em museu. São depositários vivos de uma ciência de relação com a Terra — com suas frequências, seus ritmos, sua linguagem — que o mundo moderno perdeu e agora começa, dolorosamente, a sentir a falta. Honrá-los é reconhecer o que é real. É preservar parte essencial do legado que este solo tem a oferecer à humanidade inteira.
A Sexta Sub-raça que começa a emergir neste território sul-americano não é conceito abstrato. É a descrição, na linguagem que permite falar de ciclos que transcendem vidas individuais, de uma humanidade que está se renovando — mais sensível, mais permeável ao sutil, mais capaz de operar simultaneamente no visível e no invisível. O Brasil é o útero dessa renovação. E útero não é lugar de glória imediata — é lugar de gestação paciente, de nutrição silenciosa, de proteção cuidadosa do que ainda não pode viver exposto à luz plena. É lugar de responsabilidade antes de ser lugar de reconhecimento.
O Projeto GM 2026, que inaugura o Ano XIV da Nova Era, tem o Solo Sagrado do Brasil como campo primário de manifestação do Plano Divino no plano físico.
A Fase 1 — Eventos Planetários — reconhece que espiritualidade precisa se ancorar em terra concreta, em organização real, em responsabilidade prática com pessoas e lugares.
A Fase 2 — Nova Consciência — aponta para o surgimento do ser humano que compreende seu papel cósmico sem perder o contato com o chão.
A Fase 3 — Reino da Luz — revela que o que parece distante na percepção de muitos é, na verdade, a consequência natural e já em curso de um processo que não tem volta.
O Brasil não está esperando o futuro. O Brasil está sendo o futuro — agora, neste momento, nesta escolha que cada habitante consciente deste solo faz ao abrir os olhos todas as manhãs.
O Chamado
O chamado ao povo brasileiro é simples de enunciar e profundo de viver: despertar para a missão que já estava aqui antes de você chegar. Reconhecer que o solo que seus pés tocam não é solo comum — e que esse reconhecimento traz consigo uma responsabilidade que não pode ser delegada a nenhuma liderança, nenhuma instituição, nenhum sistema. É uma responsabilidade pessoal, íntima, diária.
Não é necessário pertencer a nenhuma estrutura formal para responder a esse chamado. É necessário escolher — a cada dia, em cada contexto, em cada encontro — a consciência sobre o adormecimento. A compaixão sobre o julgamento. O serviço sobre o autofavorecimento. A verdade, mesmo quando o conforto pede a ilusão.
Cada brasileiro que vive esses valores de forma autêntica — em casa, no trabalho, no silêncio da madrugada quando ninguém vê — torna-se um ponto de ancoragem da Nova Terra. E são esses pontos, invisíveis nas estatísticas mas absolutamente determinantes no campo, que constroem civilizações reais.
O Solo Sagrado do Brasil não se tornará sagrado algum dia. Ele já o é. O que muda é o quanto cada um que aqui vive consegue reconhecer isso — e agir a partir desse reconhecimento. Porque a sacralidade de um solo não se sustenta sozinha no plano físico. Ela precisa de corações conscientes que a habitem, que a protejam, que a alimentem com presença e com intenção. Ela precisa de você.
Este é o primeiro artigo de uma série que percorrerá os múltiplos aspectos do Solo Sagrado do Brasil — sua história espiritual, as batalhas invisíveis que aqui se travaram e ainda se travam, seu potencial civilizatório e o papel insubstituível de cada coração desperto nessa construção. Nos próximos artigos, aprofundaremos a missão dos povos originários, as grades energéticas do território, os portais de Luz do Brasil e a relação entre este Solo Sagrado e o avanço da Paz Universal.
O que se revela aqui, artigo após artigo, não é informação nova. É memória antiga. É algo que parte de você já sabia — e que estava esperando o momento certo para ser lembrado.
Esse momento é agora.
Em Luz e Amor,
Paz em Cristo!
Shima e Ree.
CAD/NA
Namastê.
APOIE - Não recebemos nenhum apoio com propagandas em nossos sites e para que este canal possa continuar este trabalho que vem sendo realizado desde 2005, precisamos do seu APOIO.
Para doar pelo Paypal, envie qualquer valor para o email: caminhandomestre@gmail.com
Tags
# Comando Ashtar
# Grande Missão
# Pai Micah
# Plano Divino
# Solo Sagrado
Share This
About Ernesto Shimabuko
Solo Sagrado
Assinar:
Postar comentários (Atom)
PODCAST
Instagram - Conheça o Instituto Portia
NOSSAS PUBLICAÇÕES
Artigos por Temas
#ShimaEUAPOIO
(5)
11:11
(1)
12 Atos
(5)
12.12.12
(1)
2012
(3)
A verdade vos libertará
(1)
África do Sul
(1)
Agenda Globalista
(10)
Águias
(13)
Aliança Cruzeiro do Sul
(2)
Amaterasu
(1)
Amazon
(1)
Anciões dos Dias
(2)
Animais
(3)
Annunakis
(10)
Anti-Crísticos
(6)
Arcanjo Miguel
(7)
Arcontes
(2)
Arquétipos
(2)
Ascensão
(3)
Ashtar Sheran
(27)
Athena
(1)
Atlântida
(2)
Autoconhecimento
(2)
Bandeira Crística
(5)
Bandeira Falsa
(1)
Biden
(1)
Blog
(11)
Bolhas de Luz
(1)
Bolsonaro
(5)
Bombas EMF
(1)
Bombojira
(4)
Brahma
(2)
Brasil
(25)
Brava Gente News
(1)
BRI
(1)
BRICS
(1)
Bushido
(3)
Caboclo Tupinambá
(1)
CAD
(62)
CaminhandoComOMestre
(1)
CaminhoEspiritual
(1)
canalizações
(126)
Censura
(1)
CERN
(1)
Chama Trina
(2)
Chama Violeta
(5)
Chamado
(9)
chamas gêmeas
(1)
China
(7)
Chonan
(2)
CicloDos70Anos
(1)
Ciclos de Vida
(2)
cidadão planetário
(1)
Cinturão de Balael
(2)
Civilizações
(1)
Clã
(2)
Cmdo Ashtar Sheran
(1)
Cmte Argus
(2)
Comando Águia Dourada
(18)
Comando Ashar
(6)
Comando Ashtar
(56)
Comando Ashtar Sheran
(24)
ComandoÁguiaDourada
(1)
ComandoAshtar
(1)
Comunismo
(21)
Conclave
(2)
Conselho Azul de Sírius
(1)
Conspiração Alien
(4)
Criação Não-Luz
(3)
Cristo
(4)
Cristo Maitreya
(13)
Curso
(8)
Data Limite
(6)
DCM
(1)
Decreto
(4)
Dekassegui
(1)
Demônios
(1)
Despertar
(16)
DespertarDaConsciência
(1)
Destino das Nações
(1)
Discipulado
(1)
Djwhal Khul
(3)
Draconianos
(5)
Dragões
(10)
Dragões Dourados
(4)
Dúvidas dos Leitores
(7)
Ebooks
(1)
ECA
(2)
eclipse
(1)
El Morya
(3)
Eleições
(2)
Eleições Municipais
(1)
Era de Aquário
(2)
Ergs
(2)
Espanha
(1)
Espiritualidade
(1)
Estados Unidos
(4)
Estatuto Social
(1)
EUA
(4)
EuApoio
(1)
Europa
(4)
Eventos
(1)
explosões solares
(5)
Expurgo
(3)
Exu
(2)
Exu Caveira
(1)
Exus
(3)
Facebook
(1)
Felinos
(1)
Fraternidade Negra
(2)
Frota Intergaláctica
(2)
G7
(1)
Gaia
(22)
Gaia...
(1)
Gatos
(1)
GC
(3)
GESARA
(1)
GFH
(30)
Globalismo
(3)
GM
(34)
GO
(1)
Goiás
(1)
Governo Oculto
(8)
GPT
(48)
Gran
(1)
Grande Conselho
(1)
Grande Conselho Cósmico e Uni
(1)
Grande Fraternidade Branca
(10)
Grande Fraternidade Humana da Terra
(2)
Grande Missão
(14)
Grande Reset
(1)
GrandeMissão
(1)
Greys
(1)
Guardiães da Luz
(3)
Guerra
(1)
Guerra entre Bem e o Mal
(2)
Guerras e Conflitos
(1)
Guerreiro da Luz
(22)
Guerreiros da Luz
(65)
HEMK
(2)
HEMM
(2)
Hierarquia Espiritual
(6)
Holografia
(1)
Hospital Espiritual
(1)
Illuminati
(2)
Índia
(1)
Indonésia
(1)
Instituto Portia
(7)
Intervenção Divina
(1)
Irã
(2)
Israel
(2)
Japão
(8)
Kindle
(1)
Koot-Hoomi
(1)
Kut Humi
(1)
Kwan Yin
(7)
Lady Portia
(1)
Lanonandeck
(4)
Lar de São Francisco
(2)
Lei do Retorno
(5)
Livros
(2)
Lord Maitreya
(17)
Lúcifer
(1)
Mãe Divina
(10)
Mãe Maria
(16)
Magos Negros
(4)
Maria Madalena
(7)
Mediunidade
(5)
Mestra Nada
(37)
Mestre Jesus
(3)
Mestre Kuthumi
(2)
Mestres Ascensionados
(3)
Miguel Arcanjo
(1)
Minhas reflexões
(14)
Missão Paz na Terra
(2)
Morgs
(2)
MPT
(7)
Não-Confederados
(2)
Natal
(1)
Nebadon
(6)
NESARA
(1)
Nibi
(5)
Nibiru
(5)
Nihon
(1)
nom
(2)
Nova Era
(12)
ONU
(1)
Operação Brasil
(11)
Operação Resgate
(20)
Orações
(1)
Orbs
(1)
Oriente Médio
(2)
Origens
(1)
OTAN
(6)
Pai João de Angola
(1)
Pai João de Aruanda
(2)
Pai Micah
(111)
Pai Quirino
(1)
Países da OTAN
(1)
Pandemias/Epidemias
(7)
Pedras no Caminho
(1)
Peregrino da Luz
(1)
Plano Divino
(115)
Plêiades
(2)
Pleiadianos
(1)
Polônia
(1)
Portais
(27)
Portais de Luz
(50)
Portugal
(4)
Povo de Aruanda
(8)
pretos velhos
(1)
Príncipe Planetário
(15)
Projeção da Consciência
(7)
Projeciologia
(4)
Projeto Comunista
(11)
Projeto Era de Aquário
(1)
Protetores de Animais
(2)
Publicações
(2)
Putin
(1)
Raça Ariana
(2)
Rebelião Luciferiana
(3)
Reino Unido
(1)
Remote View
(2)
Reptilianos
(3)
Rússia
(7)
Saint Germain
(22)
Samurai
(1)
Samurai...
(1)
Sananda Kumara
(13)
Sara Kali
(3)
Sentinelas de Gaia
(2)
SerAmor
(1)
Servidor da Luz
(6)
Servidores da Luz
(15)
Shakti Revista
(1)
Shima
(152)
Shima&Ree
(4)
Shiva
(1)
Sírius
(1)
sobrevivencialismo
(1)
Socialismo
(13)
Solo Sagrado
(2)
Suécia
(1)
Taiwan
(2)
Taucetian
(1)
Taucetianos
(1)
TCC
(12)
Teia Crística
(3)
Telegram
(1)
Templos
(1)
TMD
(1)
Toyohashi
(1)
Toyokawa
(1)
Trabalhador da Luz
(5)
Trabalhadores da Luz
(21)
Transição Planetária
(182)
Tríade de OM
(1)
Tribunal do Conselho Cármico
(38)
Tribunal do Conselho Cármico da Humanidade
(1)
Tríplice Aliança
(1)
Ucrânia
(2)
UE
(1)
UK
(1)
Umbanda
(5)
Umbral
(4)
União Européia
(2)
Universo
(3)
USAT
(3)
USG
(1)
USL
(1)
Venezuela
(3)
Vidas passadas
(1)
Vigil
(1)
Vigília
(1)
Violet Flame
(1)
Visão Remota
(6)
Wesak
(3)
Xopatz
(7)
ERNESTO SHIMABUKO
Shima é Jornalista, Escritor, Empresário, Médium e Terapeuta de Regressão, iniciou sua caminhada espiritual ainda na infância.
Seu contato com os mestres da Hierarquia Espiritual inspirou a criação do Blog "Caminhando com o Mestre" onde pode compartilhar suas vivências e canalizações. É Autor de diversos livros na área da Espiritualidade, onde relata suas experiências.



Nenhum comentário:
Postar um comentário