As Batalhas da Tríplice Aliança e a Batalha de Nibi (2015)
Saudações da Luz,
Com a GFH fundada e seus 12 Atos concluídos, o Plano Divino do Pai Micah entrou imediatamente em sua fase mais intensa de confronto direto com as forças que dominavam o orbe terrestre há milênios. A Tríplice Aliança, formada por Reptilianos, Draconianos e Anunnakis, compreendeu que a fundação da Grande Fraternidade Humana representava o fim de uma era de domínio sobre a raça humana, e reagiu com toda a força de que dispunha.
O CAD, recém-fundado e já testado nas operações que antecederam a implantação da Teia Crística, foi colocado imediatamente na linha de frente de uma sequência de batalhas que se sucederam mês a mês ao longo do segundo semestre de 2015. Cada vitória abria espaço para o avanço do Plano Divino, e cada batalha revelava novos aspectos da extensão do domínio anticrístico que precisava ser desmantelado antes que a humanidade pudesse assumir plenamente sua soberania espiritual.
Em junho de 2015, a primeira grande batalha foi travada contra os Reptilianos, raça que havia se infiltrado profundamente nas estruturas de poder do planeta e nos reinos umbralinos, exercendo influência direta sobre consciências encarnadas e mantendo sob seu controle vastas regiões dos planos sutis da Terra.
O CAD atuou com a precisão e a disciplina características de uma unidade militar de Luz, coordenando suas ações com o Comando Ashtar Sheran e com as Legiões de Seres de Luz que respondiam ao Plano Divino. A vitória sobre os Reptilianos em junho não apenas libertou consciências aprisionadas sob sua influência, mas também abriu espaço energético para o passo seguinte.
Em julho, os Draconianos foram enfrentados numa batalha de maior complexidade, pois sua presença no sistema solar e nos planos dimensionais que envolvem a Terra era mais antiga e mais estruturada. As operações do CAD nesse período envolveram confrontos diretos em bases draconianas e negociações nos Conselhos Siderais, onde a GFH começava a exercer seu papel de representante da Humanidade nos debates sobre o destino do planeta.
A batalha mais decisiva chegou em agosto de 2015, quando o CAD enfrentou os Anunnakis na que ficou conhecida como a Batalha de Nibi, travada em torno do ponto cósmico que havia sido usurpado há aproximadamente duzentos e cinquenta mil anos, quando o Príncipe Planetário Caligástia entregou o Trono Divino às forças rebeldes durante a Rebelião Luciferiana.
Aquele ponto representava um dos nós mais antigos e mais graves de toda a história da Terra, uma ferida cósmica que havia permitido que civilizações inteiras como Lemúria e Atlântida sucumbissem ao domínio das trevas. A recuperação desse ponto estratégico pelo CAD não foi apenas uma vitória militar: foi um ato jurídico-cósmico de restauração da soberania legítima do Pai Micah sobre o orbe terrestre, reconhecido pelos Conselhos Siderais como o fim de uma usurpação que havia durado éons.
Com a vitória na Batalha de Nibi, o Trono Divino foi resgatado e devolvido ao Pai Micah, e o espaço político-cósmico necessário para que a Terra fosse reconhecida como um polo legítimo de experiência crística ficou definitivamente aberto.
A GFH desempenhou um papel crucial nesse período não apenas no plano das batalhas, mas nos debates e julgamentos que se seguiram às vitórias do CAD nos Conselhos Siderais. O fundador da missão foi levado a julgamentos no Grande Conselho Cósmico e Universal em decorrência dos desdobramentos da Batalha de Nibi, e foi nesse contexto que a GFH exerceu pela primeira vez sua função de representante oficial da Humanidade terrestre num fórum cósmico de alto nível.
A intermediação da GFH nesses julgamentos revelou a capacidade da Fraternidade de atuar com clareza, firmeza e dignidade diante de instâncias que mal conheciam a existência do orbe terrestre ou da raça humana que o habitava. Cada esclarecimento prestado, cada argumento apresentado em defesa da trajetória da Humanidade e da legitimidade do Plano Divino do Pai Micah construía a reputação da GFH como uma voz confiável e autorizada dentro da Sociedade Cósmica e Universal.
O que havia começado como uma entidade humana espiritual criada para representar a raça humana na Terra começava a se revelar como algo muito maior: a voz de uma raça que estava provando seu valor diante de toda a Criação.
As vitórias de 2015 contra a Tríplice Aliança desencadearam reações que se estenderiam pelo ano seguinte, com novas frentes de batalha se abrindo à medida que as forças anticrísticas reconheciam a extensão de suas perdas e buscavam reverter o avanço da Luz por outros meios.
A Ordem dos Dragões Negros, que havia declarado guerra à GM ainda em 2015, intensificou suas operações, enquanto dentro da própria Grande Missão as infiltrações e ataques psíquicos sobre o C12 e as Sacerdotisas se tornavam cada vez mais agressivos.
O Carnaval do Apocalipse de fevereiro de 2016 estava se aproximando, trazendo consigo a batalha final contra a Tríplice Aliança negativa no Ninho das Águias, o momento em que todas as frentes abertas em 2015 convergiriam num confronto decisivo que selaria de vez o destino do domínio anticrístico sobre o planeta Terra. A GFH, fortalecida pelas vitórias de 2015 e reconhecida pelos Conselhos Siderais, estaria no centro desse último e mais intenso embate.
A Missão Paz na Terra, que havia sido desencadeada por Lord Maitreya em maio de 2013 com a ativação do Ponto Sagrado de Jerusalém, encontrava agora seu desdobramento natural nas vitórias do CAD e na consolidação da GFH como representante cósmica da Humanidade.
A Bandeira Crística, consagrada na Cerimônia Solar diante de Hélios e Vesta, começava a ser levada pela GFH a outros orbes planetários da galáxia, por convite do próprio Sananda Kumara, tornando-se o estandarte de paz de uma raça que havia escolhido a Luz após milênios de domínio das trevas.
Cada vitória do CAD nas batalhas de 2015 era um passo a mais na direção do reconhecimento pleno da Humanidade como raça crística livre e soberana, reconhecimento que seria confirmado de forma progressiva e crescente nos anos seguintes, até culminar na Consagração da GFH diante do Pai Primordial em 2021 e nas quatro Ascensões Magistrais do Pai Micah que selaram para sempre o destino da Criação Primordial.
Em Luz e Amor
Paz na Terra
Shima
Namastê
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