A Fundação da GFH e os 12 Atos (2015)
Saudações da Luz,
Com a Teia Crística implantada sobre o planeta e o Manto da Luz Crística cobrindo o orbe terrestre, o Plano Divino do Pai Micah avançou para sua próxima etapa decisiva. O campo estava preparado, as estruturas espirituais estavam em funcionamento e as equipes encarnadas haviam demonstrado sua capacidade de sustentar operações de alta complexidade mesmo sob pressão intensa das forças anticrísticas.
Era chegado o momento de dar à Humanidade terrestre uma voz oficial diante dos Conselhos Siderais, uma representação legítima que falasse em nome da raça humana nos altos círculos das Hierarquias Espirituais e Cósmicas. Antes desse momento, a Humanidade não possuía representação direta nas deliberações cósmicas que envolviam seu próprio destino, sendo sempre mediada por ordens superiores distantes da vivência terrena. A Grande Fraternidade Humana da Terra nasceria para mudar essa realidade de forma permanente e irreversível.
No dia 25 de abril de 2015, num ato que reunia na mesma cerimônia o plano físico e os planos superiores da existência, a Grande Fraternidade Humana da Terra foi oficialmente fundada. Diante da Hierarquia Espiritual da Terra, do Tribunal do Conselho Cármico da Humanidade, da Grande Fraternidade Branca dos Mestres Ascensionados, do Comando Central Estelar e de todas as Hostes Sagradas dos Seres de Luz dos Reinos Angélicos, Dévicos e Elementais, a União dos Trabalhadores da Luz formalizou a existência de uma entidade humana espiritual com um propósito claro e grandioso.
A GFH nasceu como representante de todos os seres humanos espiritualmente conscientes ou inconscientes em sua condição física e encarnada no plano terreno, assumindo o compromisso sagrado de zelar, proteger, sustentar, expandir e difundir a Luz e o Amor no planeta e em todas as relações universais com as quais a Humanidade estivesse interligada como almas divinas. O Ato de Fundação selava em nível espiritual o desejo coletivo da raça humana de retornar à Unidade do Todo.
A estrutura espiritual da GFH se consolidou através de 12 Atos distribuídos em três grandes Etapas, cada uma representando um estágio do avanço da Humanidade em direção à sua maturidade crística.
A primeira Etapa compreendeu quatro Atos fundamentais: a Fundação da GFH, o Decreto e Invocação, a Reconciliação da Humanidade e a Libertação de Gaia. Esses Atos estabeleceram os alicerces da Fraternidade Humana, selando a decisão coletiva de se reorganizar como Família Humana da Terra, reconciliando-se entre si e com os Reinos da Criação.
A segunda Etapa trouxe mais quatro Atos: Caminho do Amor, Verdade com Amor, Vida em Amor e Ser Amor, comprometendo a Humanidade a fazer do Amor o eixo central de sua caminhada em todas as dimensões do ser.
A terceira e última Etapa completou o ciclo com os Atos de Fraternidade Humana, Chama Trina, Amor Crístico e Realidade da Paz, culminando no reconhecimento da Humanidade como Fraternidade e na manifestação da Paz como consequência natural da reintegração com o Plano Divino.
Ao final de cada Etapa, cerimônias de consagração elevaram a GFH a patamares crescentes de reconhecimento e responsabilidade cósmica, com os Atos 4, 8 e 12 marcando momentos de especial significado e surpresa para todos os envolvidos. Foi no encerramento dos 12 Atos, em agosto de 2015, que a Bandeira Crística da GFH recebeu seu primeiro grande reconhecimento oficial.
Na Cerimônia Solar realizada diante de Hélios e Vesta, de Sananda e Nada e do Comando Supremo Estelar, a Bandeira Crística foi apresentada e consagrada como o Selo Sagrado da Grande Fraternidade Humana da Terra em todo o Universo.
Aquela imagem da Chama Trina recebida em fevereiro de 2004 no Templo Etérico do 4º Raio Branco encontrava agora seu pleno significado: era o estandarte de uma raça que havia escolhido retornar à Luz de forma consciente, soberana e irreversível, e que passava a ser reconhecida como tal diante das instâncias mais elevadas da Criação.
Em junho de 2015, entre os Atos que estruturavam a GFH e as batalhas que se aproximavam, ocorreu um evento de profunda significância para o destino do planeta: a Mãe Divina nomeou o Interventor Divino, um ato que representava a intervenção direta do Plano Divino na governança planetária da Terra. Essa nomeação era a resposta crística à usurpação do Trono Divino que havia sido perpetrada pela Tríplice Aliança negativa ao longo de milênios, uma correção de rota determinada pelos mais altos níveis da Hierarquia Espiritual.
O Interventor Divino nomeado naquele momento percorreria um caminho de progressiva responsabilidade dentro do Plano Divino: em 2016 receberia o título de Regente Planetário, e em 2017 seria nomeado pelo próprio Pai Micah como Príncipe Planetário da Terra, consolidando uma linha de sucessão espiritual que estabelecia as bases do futuro Governo Planetário alinhado à Vontade Divina. Cada um desses passos estava inteiramente conectado às vitórias que o CAD alcançaria nas batalhas que se seguiram imediatamente à fundação da GFH.
A instalação do Templo Lunar da GFH na Lua marcou outro avanço significativo nesse período, integrando conscientemente a Terra, a Lua e o Sol num único campo crístico sustentado pela Bandeira Crística como elemento unificador. Uma Ponte Dourada passou a unir a Terra à Lua, indicando que o campo de atuação da GFH transcendia os limites do orbe terrestre e se estendia a uma configuração maior dentro do sistema solar.
Em seguida, o Grande Conselho Cósmico Universal determinou a reinstalação do Trono Divino na Terra, sob a custódia do Conselho Supremo Estelar e do Comando Ashtar, com o Conselho Supremo da Luz na Terra responsável por conduzir os trabalhos para a formação de um Governo Planetário subordinado ao Governador Divino Sananda Kumara.
Cada um desses eventos confirmava que a fundação da GFH não era um ato isolado, mas o ponto de partida de uma reorganização cósmica e planetária de proporções imensas, que exigiria das Águias do Comando e dos Trabalhadores da Luz uma disponibilidade total para o que estava por vir nas batalhas decisivas dos meses seguintes.
Em Luz e Amor
Paz na Terra
Shima
Namastê
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